
No meio das palavras, evado-me.
O sol invade com sombra os espaços que percorre. A vontade de o tocar causa-me abandono e entrega. Move-me para outras paragens.
O tempo, imóvel, permanece suspenso. Faz morrer brevemente na agitação imaginada. Desejada.
Onde a luz se esgota, um sorriso recebe. A vida renasce no conforto desejado, entre dedos, na pele macia.
Lá fora, cá dentro, os opostos. E as palavras de novo.

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