terça-feira, 21 de abril de 2009

Planos sem gente

A chuva humedece os planos. O chão permanece molhado. As cores intensificam-se.
A percepção do espaço altera-se. Despe-se de gente, abrigada nos interiores de uma arquitectura que já não é a mesma. Durante algum tempo, cumprir-se-á com uma outra face.

Faup; Álvaro Siza.



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