segunda-feira, 11 de maio de 2009

Desenhos

Em 1956, Roger Vadim realizou o filme cujo título expressa, certamente, a maior de todas as verdades:

E DEUS CRIOU A MULHER

A mulher não veio depois e não sucede a nenhum ser. É em si mesma. Uma criação única.
Isso é tão evidente como o sol nascer todos os dias, com a sua beleza, sempre renovada.

2 comentários:

M disse...

Aquilo que faz do homem Homem é (também) a sua capacidade de observação e a maneira como (Re)cria a arte subjectivamente a partir dos seus sentidos. Assim, que os teus dedos sejam sempre capazes de perpetuar a beleza das coisa simples... dificeis de expressar por palavras.

JCD disse...

O desejo de beleza.
Sempre o desejo de beleza.
E a beleza real, verdadeira, insuperável, perene, permanente, tocante - única! - só existe mo incrivelmente simples. O resto é deslumbramento fugaz.

Não imagino a vida sem essa suave insatisfação permanente.
Gosto de me sentir insatisfeito no contentamento de um desenho que se deseja belo. Belo emm si - desejo -, mas, sobretudo, pelo que traz consigo, pelo que transporta para além dele. Para além das palavras e dos sentidos.

Obrigado pelo comentário!