Sim, a perfeição existe.
Sequeira Costa, a Orquestra Nacional do Porto e a direcção de Cristoph Konig, na Casa da Música e numa tarde luminosa, aparentemente sem qualquer esforço e como se tratasse da coisa mais natural deste mundo, deixaram a prova. está no concerto para piano e orquestra nº 2 em Dó menor. Sublime!
Confesso sentir alguma inveja dos músicos. Tudo se reúne para que o resultado do seu trabalho seja o mais elevado possível. O público, parte fundamental, não só o deseja - exige-o! Os instrumentos são os melhores. As salas de actuação, com todas as condições. Todos os executantes, com o mesmo nivel de exigência. A direcção musical, com um esforço para tirar todo o partido da beleza das peças e da qualidade dos músicos.
Que apreoveitemos essa oportunidade do Belo.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
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