Não gosto de linguagem cifrada. De coisas meias ditas. De mensagens mandadas para o éter. Não as agarro. Intrigo-me sem lhes apanhar o sentido. Fico irritado.
Gosto da reserva. Gosto de não ver o que não é comigo. Gosto de ficar à parte.
Gosto de papel. Gosto de exemplares únicos. Gosto do que, ao destruir-se, se sabe que não é recuperável.
Não gosto de undo.
Gosto do que é meu e permanece. E guardo. E não exponho.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
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