As mensagens que são passadas pelos outdoors da campanha autáquica só me suscitam uma ideia e um único comentário.
Ao que parece, ainda estamos demasiado próximos da eternamente lembrada e mais forte história de amor de Coimbra. Convém, no entanto, não esquecer que Inês morreu de AMOR.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
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