É preciso mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma. Cito livremente a frase que repetidamnente é dita e é celebrizada por esse filme. Em tempos de mudança, prontamente surgem movimentos individuais para salvar a pele e permanecer do lado dos vencedores, ao sabor dos conveniências e das circunstâncias. O filme tem como pano de fundo o ano de 1860 e as lutas pela unificação de Itália, mas, na verdade, é de uma intemporalidade absoluta.
" Se vogliamo che tutto rimanga come è, bisogna che tutto cambi" é a frase que resume a aparente cedência da velha aristocracia siciliana ao arrivismo das "hienas" e das "raposas". Afirmação pertinente em todas as épocas de ruptura de paradigma social.No entanto,discretamente don Fabrizio acrescentará "doppo sarà diverso, ma peggiore". Ocorre-me acrescentar que no caso de "O Leopardo" estamos perante uma das poucas situações em que o filme (Visconti) e a obra literária(Tomasi de Lampedusa)se equivalem na riqueza sensorial,no rigor histórico e na análise comportamental. Talvez regresse a estas duas obras em terreno próprio. Fico agradecida por ter encontrado esta referência.
3 comentários:
Non riesco a capire il tuo messaggio. Mi sembra veramente importante, ma come non parlo italiano, non so cosa voglie dire con questo film.
É preciso mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma. Cito livremente a frase que repetidamnente é dita e é celebrizada por esse filme.
Em tempos de mudança, prontamente surgem movimentos individuais para salvar a pele e permanecer do lado dos vencedores, ao sabor dos conveniências e das circunstâncias.
O filme tem como pano de fundo o ano de 1860 e as lutas pela unificação de Itália, mas, na verdade, é de uma intemporalidade absoluta.
" Se vogliamo che tutto rimanga come è, bisogna che tutto cambi" é a frase que resume a aparente cedência da velha aristocracia siciliana ao arrivismo das "hienas" e das "raposas". Afirmação pertinente em todas as épocas de ruptura de paradigma social.No entanto,discretamente don Fabrizio acrescentará "doppo sarà diverso, ma peggiore".
Ocorre-me acrescentar que no caso de "O Leopardo" estamos perante uma das poucas situações em que o filme (Visconti) e a obra literária(Tomasi de Lampedusa)se equivalem na riqueza sensorial,no rigor histórico e na análise comportamental.
Talvez regresse a estas duas obras em terreno próprio. Fico agradecida por ter encontrado esta referência.
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