Só a palavra certa é de utilidade pública, segundo o poeta.
É o que me vem à ideia, esperando ter encontrado os meios ajustados para me exprimir. Texto concluído, apenas a necessitar de pequenas correcções, mais de forma do que de conteúdo. Preciso retocar-lhe a pintura, diria; pô-lo em condições para se apresentar perante as pessoas. Está como se tivésse acabado de se vestir. A compostura virá a seguir, entre citações correctamente realizadas e uma ou outra gralha corrigida.
Até lá, virá uma pausa para almoço que fará esquecer estes três meses à volta de documentos muito mais velhos do que eu.
A escrita é um exercício terrível, mas vem-me ao corpo uma sensação de alivio.
Vou sair para almoçar! Os papéis, para trás!
...a seguir terei mais um percurso de meses. Será como o tecto da capela Sistina, pelo próprio Miguel Ângelo: terminará quando acabar!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
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