segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Projectos. Capela e Casa Mortuária































arquitectura. josé cabral dias
data. 2002/2005 (projecto de execução)
localização. coimbra
dono de obra. centro operário católico da conchada

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Desenhos

Debaixo de Neve. Casa em Vaduz. Baumschlager & Eberle.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008











foto. raúl mendes

Projectos. Lar e Centro de Dia




















arquitectura. josé cabral dias + ana moreira
data. 2006/... (estudo prévio)
localização. cabreira; góis
dono de obra. caritas diocesana de coimbra
3d. ana moreira

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Desenhos

Palazzo Vecchio.

Desenhos

Capela Pazzi. Filippo Brunelleschi.

Desenhos

San Lorenzo. Filippo Brunelleschi.

Desenhos

Pavilhão de Barcelona. Mies Van der Rohe.

Desenhos

Morning. Pavilhão de Barcelona.

Desenhos

Villa Adriana. Teatro Marítimo.


Villa Adriana. Teatro Marítimo.

Desenhos

No autocarro. Viagem de estudo Faup.

Desenhos

Refeitório Renascentista. Universidade de Évora.

Desenhos

Sto. Antão. Hallenkirchen em Évora

Desenhos

Fonte Renascentista na Praça do Giraldo.

Desenhos

Nossa Senhora da Conceição. Renascimento em Tomar.

Desenhos

O mesmo motorista em 2006.

Desenhos

Viagem de estudo Faup. Motorista 2005.

Desenhos

Porto do Funchal.

Desenhos

O nosso Niemeyer.

Desenhos

Voyeurismo no nosso Niemeyer.

Desenhos

Fajã dos Padres. Madeira.

Desenhos

Paúl do Mar. Madeira.

Desenhos

Sta Cruz. Madeira. Pausa para café.

Desenhos

Arrifana.

Desenhos

Mulher oriental ajuda na procura de paciência nas 2 horas de fila nos Uffizi.

Desenhos

(minha) Pausa na conversa.

Desenhos

Ocupação de reunião... a caneta toma o lugar da atenção.

Desenhos

Nova orientação concretizada. Depois de um projecto, agora os desenhos. Eu mesmo, para começar.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Fundação Iberê Camargo











Fanatásticas fotos de Fernando Guerra da maravilhosa obra de Álvaro Siza para descobrir em:
http://abarrigadeumarquitecto.blogspot.com/

Mudança Estratégica

A partir de hoje decidi alargar o âmbito deste blog. Com uma clara mudança ''editorial'' será também um fiel depositário de projectos, obras e desenhos.

Casa dos Bicos e Saramago

A Casa dos Bicos foi cedida pela Câmara Municipal de Lisboa à Fundação Saramago para esta última aí instalar a sua sede.
O projecto de adaptação está a ser desenvolvido por Manuel Vicente, autor do projecto de arquitectura original, elaborado segundo uma metodologia e critérios de intervenção no património que reforçaram a importância que o edifício já possuía pela sua relevância histórica, arquitectónica e patrimonial.

Esta história faz-me pensar no que irá suceder ao Edifício do Pavilhão de Portugal em Hanôver. Foi cedido pela Câmara Municipal de Coimbra, depois de bastante mal tratado por esta autarquia, à Orquestra Clásssica do Centro. Estou curiosíssimo para ver o que vai suceder ao edifício, após o mau uso despreocupado a que foi sujeito pelo seu proprietário - a CMC - e depois de uma das responsáveis da Orquestra ter vindo a público dizer que a prazo o edifício necessitaria de obras de adaptação. Resta saber quem as irá projectar. Temos todos razões para estar receosos, lamento ter de o dizer.

Aforismos roubados; variações

Less is More.
Mies van der Rohe

Less is bore.
Robert Venturi

Less is more or less.
Paulo Mendes da Rocha

Less is only more where more is no good.
Frank Llyd Wright

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Estamos Todos Doidos

Normalmente, quando pretendemos algum benefício da parte dos poderes públicos - a isenção de alguma taxa a que achamos que temos direito, por exemplo - parte de nós o requerimento destinado a obtê-lo. Usualmente, é o interessado a fazer valer os seus direitos, recorrendo, se necessário se mostrar, aos competentes pareceres jurídicos com vista a sustentar a pretensão, o que, como é evidente, fará suportar os custos inerentes. Tudo normal. Mas nem sempre é assim. Na Câmara da Figueira da Foz, vigora uma outra lógica. Isto a propósito do a todos os títulos polémico hotel de 16 pisos na marginal. Segundo é noticiado na edição de ontem do Jornal Público, a autarquia figueirense já terá pago mais de 200 mil euros em pareceres jurídicos com vista a justificar a isenção de taxas urbanísticas à obra do referido imóvel. É surpreendente que uma Câmara pague para defender que não deverá receber de privados quantias que à partida lhe são devidas. Resta acrescentar que as referidas taxas ascendem a mais de 1,4 milhões de euros. Estarei confundido ou alguma coisa estranha se está a passar?

Paulo Mendes da Rocha em Lisboa













Paulo Mendes da Rocha apresentou ontem em Lisboa o seu projecto para o novo Museu dos Coches a construir em Belém, com início de obra marcado para Setembro e conclusão prevista para 2010, a tempo das cmemorações do Centenário da República
O convite ao arquitecto partiu do Ministro da Economia, Manuel Pinho, e contribuirá, decerto, para o enriquecimento do património arquitectónico português e não apenas de Lisboa. Trata-se de uma peça chave para a recuperação da frente marítima na zona de Belém e as imagens já divulgadas fazem esperar o melhor, o que não surpreende. O brasileiro Paulo Mendes da Rocha, com escritório em São Paulo e Prémio Pritzker em 2006, é um dos mais criativos e consistentes arquitectos mundiais. A oportunidade que lhe foi dada para executar um dos seus trabalhos em Portugal deverá, pois, ser motivo de satisfação e orgulho.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

She Changes

















She Changes voltou ao lugar.
Depois de uma processo em que a Cãmara Municipal de Matosinhos se envolveu vigorosamente, a escultura de Janet Echelman surge recuperada e ainda bem. Se bem me lembro, trata-se da única intervenção numa rotunda que é capaz de atingir a excelência. Dignifica a cidade de Matosinhos, a sua entrada, e é em si mesma uma obra de arte urbana ímpar. É uma lição. Ainda bem que a Câmara fez questão de envolver a escultora no processo de recuperação e que o fabrico de uma rede mais resistente do que a original(que se encontrava bastante degradada) foi acompanhado de perto por alguém próximo da autora. Trata-se também de uma lição. Que faça escola.

Cultura e outras histórias

Bragança inaugurou na passada segunda-feira, o Museu de Arte Contemporânea Graça Morais, da autoria de Eduardo Souto de Moura.
O Museu, uma recuperação de um edifício existente ao qual foi adicionada um nova ala, contará com uma colecção permanente constituída por obra da pintora que dá nome à instituição cultural. No que refere à programação temporária, o Museu contará com a colaboração do Museu de Serralves, que ficará responsável por essa área temática.
A instituição agora inaugurada vem juntar-se a uma série de outros equipamentos culturais, que a Câmara tem promovido, com um significativo esforço finaceiro. Segundo as palavras do Presidente de Cãmara, o investimento em cultura nunca é demasiado, pondo em evidência que os públicos não se criam de um momento para o outro.

Centro de Arte Contemporânea nasce em São João da Madeira, nos terrenos da antiga fábrica Oliva. A Câmara Municipal assinou um protocolo de colaboração com a Fundação de Serralves, que ficará responsável pela planificação e implementação do projecto no terreno, além de lhe ser atribuída a gestão futura da instituição.
O acervo do museu englobará o acervo do casal são-joanense José e Norlinda Lima, constituído por cerca de mil peças de Arte, entre as quais figuram quadros de Paula Rego, Vieira da Silva, Júlio Resende e Graça Morais. A doação foi formalizada na segunda-feira, no mesmo dia em que foi inaugurado o Museu de Bragança. Boas notícias, portanto, para a cultura em Portugal.

Coimbra denunciou - ou não renovou, se se preferir - o protocolo que ligava a Cãmara Municipal ao Museu de Serralves. Através do mesmo esta instituição era a responsável pela programação do Pavilhão de Portugal em Hanôver, edifício que fora transferido para essa cidade, onde se mantinha como espaço expositivo.
Segundo a justificação da autarquia, num ano o espaço de exposições recebeu cinco mil visitantes, em contraste com os vinte mil do Museu da Água, cujo conteúdo é totalmente nulo, acrescento.
Com a medida, ficou aberto o caminho para a cedência do edifício à Orquestra Sínfónica das Beiras, que pela manifesta inadequação do edifício a sala de ensaios e concertos, deve determinar o fim desta obra de Siza Vieira e Souto de Moura, cuja ruína já foi iniciado pelo incúria, desprezo e maus tratos a que a mesma tem sido sujeita.

Não vou cruzar estas três realidades nem fazer qualquer comentário. As evidências falam por si. Só quero lembrar que Coimbra é a Cidade do Conhecimento - como se anuncia na autoestrada A1, segundo proposta apresentada à Brisa pelo presidente da Câmara, Dr. Carlos Encarnação - e que reclama ser conhecida como uma cidade de Cultura.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Sem Título

Estou sonolento, cansado, anestesiado.
Além do mais, passei os últimos dias num esforço sem igual para me tentar lembrar do PIN do meu mais recente cartão de acesso ao universo do consumo. Com sucesso, convém dizer. Não fui vencido por um pedaço de pástico com um chip. Mas o esforço foi total e sem tréguas.
Decidi, pois, dar folga à memória. Não lhe pedir grandes combates. Razão pela qual a única coisa a que me sinto obrigado, é dizer é que descobri a frase abaixo na net. A autoria não recordo.

''(...) beijar-te a boca; deslizar pelo teu corpo, até ao mais quente e húmido dos teus segredos.''

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Coimbra no Público

Nesta última semana Coimbra conseguiu a enorma proeza de ser notícia duas vezes (apenas duas!) e sempre pelos piores motivos. Ou intriga política, ou intriga política e acusações de financiamento ilegal de partido e abuso de poder. No primeiro caso, a Distrital do PSD, na pessoa de Jaime Soares, recusa a candidatura de Pina Prata à Câmara Municipal de Coimbra; no segundo, Luís Vilar é notícia pelos piores motivos e, com ele, também o PS.

Triste cidade esta. Não é possível prender a atenção da imprensa nacional por motivos dignos? Inovação, criatividade, conhecimento, afirmação, qualquer coisa que valha a pena?

terça-feira, 17 de junho de 2008

A direita da Arrifana

As valentes quedas que o ano passado experimentei na Arrifana, em tarde de marés vivas e em consequência de uma má avaliação da dimensão do mar, não me deixam saudades. Depois de um gesto de ousadia e após conseguir chegar ao line up a única ideia que consegui ter foi simples: como é que vou sair daqui?!

Senti-me um verdadeiro menino e bem pequenino. E estes malucos a desafiar o mar desta forma e, ainda por cima, em zona de rochas, algumas das quais emergindo violentamente e bastante acima da superfície da água.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

A Broke Down Melody

O que mais me agrada em Jack Johnson não é a sua música. Gosto de a ouvir, dispõe bem, mas nada comparado com os filmes. É incrível como, nesse registo, consegue transmitir com bastante fidelidade o prazer que o surf proporciona, a satisfação da aceleração da prancha com a última remada, o gozo de deslizar ao longo da onda, de forma serpenteante a acompanhar o seu movimento.
Mais do que a música de Jack Johnson, admiro-lhe a capacidade para a selecção das bandas sonoras dos filmes. Thicker than Water é um exemplo magnífico. Olhar para o mar ao som desse cd é fenomenal. Mas a melhor combinação entre surf e música que já vi está em A Broke Down Melody. O próprio Johnson a surfar ao som de know How dos Kings of Convenience é brutal. Mas o que me fez apaixonar por esse filme foi antes de mais o seu trailer. Descobri-o na net há muito tempo, antes mesmo de ter visto o filme.

Prosa Fantástica

Durante a transmissão do jogo do Euro que opôs a Holanda à Itália, um dos comentadores, em diálogo com um outro, ao enaltecer as qualidades da partida presenteou-nos com esta verdadeira pérola do comentês:

''quando o futebol toma o freio nos dentes não há nada a fazer''


Haveria, sim senhor, se o bom senso imperasse: poupar-nos!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Fim anunciado do Pavilhão de Portugal em Hanôver?

















A Orquestra Clássica do Centro vai assumir a gestão do pavilhão do Centro de Portugal já a partir de dia 10 de Junho. O prtotocolo de cedência do espaço prevê ainda a organização de um programa cultural diversificado para o espaço, para além da sua utilização para concertos.

A medida é divulgada no jornal Público de dia 3, sendo referido na notícia que o pavilhão é feito em cortiça no interior (o que não está correcto, é em cortiça, sim , mas no exterior) e que não contém nenhuma sala de espectáculos. Parece uma afirmação visando desculpar qualquer grave alteração do edifício. A verdade é que é perfeitamente natural que seja como é referido. Foi concebido para fins diversos daqueles para que o querem utlizar agora. É até preocupante esta cedência e com o fim em causa. Recorde-se que o edifício foi projectado por Álvaro Siza e Souto de Moura para a Exposição Universal de Hanôver 2000. Emília Martins, directora da Orquestra já fez saber que a não existência da dita sala de espectáculos constitui uma limitação que poderá ser ultrapassada, admitindo a necessidade de a médio prazo se proceder a ''algumas alterações'' com o objectivo de ''melhorar as condições acústicas''.

A única reacção a tudo isto é de temor:
1. receio que a responsável não tenha pleno conhecimento da autoria e do valor arquitectónico do imóvel;
2. tendo em atenção o estado miserável como o edifício tem sido utilizado e desprezado temo que esteja anunciado o seu fim definitivo; dúvido, face a essa realidade que qualquer alteração venha a ser pensada pelos seus autores; estou mais inclinado para pensar que sejam chamados os responnsáveis pela colocação dos projectores na fachada, os mesmos (julgo) que escolheram o mobiliário desqulificado que invadiu de forma ignóbil o espaço e que têm permitido que o edifício se esteja a despedaçar e que permaneça sujo; face à alterações ali produzidas e à descaracterização que o pavilhão vem sofrendo custa-me ser optimista;
3. o edifício funciona muito bem como sala de exposições (tem uma luz magnífica) mas como sala de concertos parece difícil (com aquela cobertura de tela translúcida?); parece-me impossível insonorizá-lo sem o desvirtuar gravemente;
4. foi posto em causa o protocolo com a Fundação de Serralves (o Museu de Serralves foi responsável por todas as exposições ali produzidas) e com esse fim anuncia-se uma incógnita quanto à qualidade da programação cultural que se avizinha.

Como eu gostaria que as coisas em Coimbra se passassem de forma distinta.
Não se percebe para que é que a cidade insistiu tanto para ficar com o pavilhão se não sente por ele o menor apreço e se nem o sabe o usar. Só por ser do Siza, como se tratarasse de uma etiqueta? Coimbra, de uma só vez, conseguiu desperdiçar a oportunidade de ter exposições de nível internacional num magnífico espaço para as albergar e acabou de dar um passo para uma pesada incógnica sobre uma peça de arquitectura de inegável valor e qualidade. Não parece que o património deva ser tratado assim. Sobretudo numa cidade tão pobre em arquitectura moderna e contemporânea. Esperemos que não se configurem motivos para pensar que a demolição seria um fim mais digno e que as árvores deviam morrer de pé.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Inédito

Normalmente os portugueses reclamam dos atrasos dos serviços públicos e dos contratempos que tais atrasos lhes causam.
Agora, imagine-se o contrário. Eu sei que é difícil, mas é real. A história refere-se a um ilustre cidadão que solicitou uma consulta de especialidade num hospital do Norte. A dita consulta foi pedida pelo médico de família no dia 27 do mês de Maio. A verdade é que os serviços de saúde nem sempre funcionam mal. E na realidade todos devíamos ficar satiesfeitos com isso. Todos não, porque parece que há a quem o facto causa incómodos. Ontem, dia 3, foi o dia em que o dito senhor pôde usufruir da consulta pedida. E se atrás disse que nem todos se sentiam agradados com a celeridade com que este assunto se desenvolveu é porque o senhor em questão além de ter comparecido na consulta não se limitou a fazê-lo. Pasme-se, reclamou no hospital porque no seu entendimento a consulta tinha sido disponibilizada num prazo muito curto. Depressa demais, portanto. Assim é difícil trabalhar, de facto. Tuguices!

Pura Liberdade

Não, o tamanho não importa

O que já temos e o que aí vem




















Segundo é noticiado na edição de hoje do jornal Público, as obras de construção de um edifício de 18 andares no Vale do galante, na Figueira da Foz, decorrem sem que esteja afixado no local qualquer informação sobre os trabalhos a realizar ou o tipo de obra em execução. Segundo a lei que regula a actividade, deveria estar afixado no local um edital informativo sobre a intervenção, onde deveria constar o número do alvar da obra, a licença de construção, a área de construção, o técnico responsável, o prazo de execução e o período de validade da licença. Pasme-se, o único edital que existe no local diz repeito a um aranjo urbanístico no valor de 22 mil euros. Ter-se-ão esquecido de afixar o edital respeitante à intervenção principal, ou será que que ninguém reparou nela, um edifício de 18 andares, e outros seis de 9 andares cada?
Dado que o edifício mais alto tem uma implantação e volumetria que mais parece uma barragem a ser construída na marginal acho pouco provável que ainda não se tenha dado conta de que existe. Diria mesmo que deverá ser visível da lua. Mas dado que o


diector municipal do urbanismo se recusa a prestar declarações sobre o assunto sou levado a acreditar que a obra não é assim tão visível e que esse responsãvel não tem conhecimento do assunto. Afinal, como sempre ouvimos na televisão, os políticos e representantes de cargos públicos não comentam matérias que desconhecem ou das quais não tomaram conhecimento oficial. O mesmo deve acontecer com o presidente da autarquia. Segundo é comentado na notícia por um dos representantes da Associação de Defesa do vale do Galante, o responsável pela autarquia vive a escassas centenas de metros do local, mas com toda a certeza, presumo, não passa pala zona (deve ir para a câmara pela inútil circular da Figueira da Foz) e terá toda a razão para segundo o Público, não atnder o telefone. Acho prudente. Falar com jornalistas sobre assuntos de que só se sabe pelos jornais não é boa ideia. Decerto eles saberão muito mais sobre a matéria. Está muito bem!
Decerto também ninguém se apercebe que a obtra decorre aos fins de semana, depois das sete da tarde, de madrugada, com claro desrespeito pela Lei do Ruído, segundo é avançado ainda pelo orgão noticioso. Acho muito bem, também? Se é para fazer, que se faça depressa e, assim, quando alguém der por ela, já está. Já nem os tribunais vão a tempo. Assim é que é. Actuação de forma resoluta.

A este propósito, lembro aqui a notícia também hoje no Jornal Público em que Mariano Gago, a propósito das praxes académicas, faz questão de salientar que os meios académicos não são uma espécie de santuário onde sejam permitidas práticas que o não são fora deles, razão pela qual encaminha todas as queixas que lhe chegam para o Ministério Público. Talvez seja melhor o Ministro da Ciência e Ensino Superior ir dar uma ajudinha em matéria de urbanismo e licenciamento de obras particulares pois aí parece que reina um clima à parte. Os casos são já muitos, mas bastam uns poucos exemplos. O centro Comercial Cidade do Porto continua de pé; às residências Studio Residence do estádio, em Coimbra, nada acontece (parece que o caso nem sequer transitou em julgado); os edifícios em frente ao parque, também na mesma cidade permanecem na mesma. São apenas três exemplos, mas com claras violações de PDM. Quer-se, pois, defender a ideia de que é errado o clima de desconfiança em relação às autarquias? Tenhma juízo! Depois de 20 anos de PDM vemos como o país se encontra. Diga-se em abono da verdade, que para os autarcas (muitos deles) esses instrumentos de regulação só forma realizados para poderem aceder a fundos comunitários, sem o que estariam impedidos, inteligentemente pelo Governo de então, de lhes ter acesso. Esses autarcas nunca acreditaram nesses documentos, nunca se reviram neles e, pelo contrário, encontraram no seu articulado um bloqueio à determinação de progresso e desenvolvimento concelhio e mais umas quantas argumentações para justificar o injustificável. A história está feita e o resultado está à vista, com a ajuda de mais umas quantas doses de chico-espertismo e de movimentações pouco transparentes e dificilmente defensáveis à luz do interesse público. Vamos agora ver como ficará o país, sem o controlo do Governo na aprovação dos planos de Urbanização e de Pormenor. Devrá ter-se presente que uma alteração ao PDM pode produzir efeitos pela realização de um plano de nível superior, ou seja, por PP ou PU. Não é preciso ser mago ou oráculo para antecipar os resultados, e é certo que nada mais será como dantes. Ainda haverá ilegalidades depois disso? Julgo que não.


P.S- Estou, em todo o caso, curioso para ver o que acontecerá em Coimbra com a revisão do PDM em curso. Haverá surpresas? Julgo que não.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Este Surf Sim, Não É Para Meninos

Eu Vou!

Aforismos roubados

Se nas prisões as celas fossem decoradas por arquitectos, isso deveria ser considerado um agravamento da pena.

Adolf Loos in Ornamento e Delito

Aforismos roubados

A arquitetura é o jogo sábio, correto e magnífico dos volumes dispostos sob a luz.

Le Corbusier

Aforismos roubados

Less is More.

Mies van der Rohe

Um Cabedelo Melhor












As mulheres dão uma beleza ao mundo que não consigo traduzir por palavras. Não me acho Eugénio de Andrade ou Vinicius pelo que nem sequer tento. Mas não quero deixar deixar de expressar o quanto seria melhor um Cabedelo onde a presença masculina fosse menos expressiva. A água é boa, adoro deslizar na superfície de uma onda, o entardecer a partir de agora vai ser brutal, mas podia ser mais bonito. Muito mais bonito.