
Siza fechou o ciclo. Depois de Eduardo Souto de Moura, coube-lhe a tarefa. Os mil e duzentos lugares da Casa da Música completamente esgotados para ouvir aquele que é provavelmente o maior vulto da cultura portuguesa. Durante quase 2 horas revelou o que ''aprendi com a arquitectura'', partilhando referências e entendimentos, lugares e viagens marcantes. Sempre com poética, a mesma que coloca nas obras, apresentou um discurso lindíssimo, falando-nos de uma carreira que se inicia em Barcelona, com Gaudi, e não terminará nunca, não cessará, como poeticamente se referiu a Le Corbusier, um exemplo a todos os título para Siza. A mesma perseverança e apego aos locais amados vão certamente movê-lo. Sempre.
Aproveitando as novas tecnologias e o desleixo que me impediu de conseguir bilhete antecipadamente, fiquei em casa, sentado no sofá, com o portátil ligado ao LCD, a ver a transmissão em directo em http://www.casadamusica.tv/. Não foi a mesma coisa, mas não me impediu de aprender imenso com as arquitecturas de Siza.

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