quinta-feira, 26 de novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Em obra - habitação colectiva (Couraça de Lisboa) - FIM

Aforismos Roubados

Todos os Olhares que incluem excluem.

João Leal, ''Entre o Vernáculo e o Híbrido: a partir do Inquérito à Arquitectura Popular em Portugal''

Aforismos Roubados

Whatever space and time mean, place and occasion mean more.
For space in the image of man is place, and time in the image of man is occasion.

Aldo Van Eyck

domingo, 22 de novembro de 2009

Um dia que se esgota. Outro, já.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Simples e absoluto











Impossível resistir a esta imagem e à profunda paixão pela cidade.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Imagens soltas de um mundo em movimento

O entardecer é um novo lugar. As cambiantes luminosas são o espaço em si mesmo.

Paisagem urbana de Outono




O céu como Limite
























Com Foster ou Pei, em Madrid ou noutro qualquer local, com arquitectura ou sem ela, só a falta de capacidade de olhar para além do óbvio pode limitar.

domingo, 15 de novembro de 2009

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sonho...

...riding waves and being exactly where i wanna be...
I was here much before i got here!

Kelly Slater, September Sessions

Desejo...

(...) a verdade
Pode ser elevada à coisa sonhada
Reinventada por muito se querer.

Jorge Palma, Boletim Meteorológico

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Home

Home is wherever we are, if there's love there too.


Jack Johnson, Home - Honolulu

Linguagem hermética?!

Presto homenagem a uma amiga minha, transcrevendo uma das últimas frases que lhe ouvi, ainda hoje:

''quietismo tanático, por um futurismo nefelibata e por um utupismo voluntarista.''

Muito bom!

Design português

A cadeira de esplanada que se generalizou e espalhou por todo o país foi realizada nos anos 40 para o Café Lisboa.
A sua autoria deve-se ao mestre serralheiro Gonçalo Rodrigues dos Santos.
A ele devemos a Cadeira Gonçalo.

Vida confortável e higienizada

“Houve um tempo em que, nos amores e nas paixões, se falhava de forma espectacular. Com baba e ranho. Dava-se tudo. Saíamos rasgados de pele e coração. Valia sempre a pena, mesmo quando perdíamos o chão. Os erros, as faltas, as vertigens, o pé à beira do abismo existiam para nos lembrarmos de que somos humanos. A regra era cair e levantar, prontos para outra depois de lutos intensos, sofridos, partilhados. Agora tudo isso existe sob a forma de prevenção. Para nos lembrarmos do que não devemos fazer, dos riscos que não devemos correr, contra o vírus da solidão. Fomos ficando higienizados. Da alma à cama. Uma espécie de “se conduzir, não beba” para evitar os males do coração. Como se pudéssemos dizer “se amar, não se magoe”. Com o passar dos anos, aprendemos a contornar os sintomas a bem da decência, da pose e da anestesia geral ou local, conforme as necessidades. O importante é não dar parte de fracos. O ciúme é uma coisa moderna, para ser compreendida. A discussão acalorada está fora de moda. A vingança é um prato que não se serve nem frio nem quente nas relações mais conceituadas. É coisa do povo, ementa de vidas de tasco, entre um tiro de caçadeira e um facalhão de meter respeito. O civismo entrou definitivamente na nossa intimidade para amansar os corpos, os gestos, as palavras. A postura é um fato de pronto-a-vestir que o usamos para entrar e sair das relações. Talvez até já nem se rasguem roupas quando chega a hora. O sentimento não ferve, a aprendizagem das loucuras que fizemos é renegada e a história do que fomos não tem disco duro porque a caixa de mensagens é mais prática e descartável. De resto, já não há cartas para guardar porque ninguém as escreve. Como num poema do Eugénio, já não há nada que nos peça água. E estamos como ela: insípidos, inodoros e incolores. Leves. Capazes de ir do tudo ao nada sem efusão de sangue. Deve andar a escapar-nos o momento em que deixamos de olhar para a vida nos olhos e a desregrada infinidade de coisas que vinha junto com ela”.

Revista Egoísta, Setembro 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Switch to Start

De novo. Mais uma vez. Sem tréguas. working mood!


I' rather dance...

I'd rather dance than talk with you.
I'd rather dance than talk with you.
I'd rather dance than talk with you.

The music's too loud
and the noise from the crowd
increases the chance of misinterpretation.
So let your hips do the talking.
I'll make you laugh by acting like the guy who sings,
and you'll make me smile by really Getting into the swing.
Getting into the swing.
Getting into the swing.
Getting into the swing.
Getting into the swing.
Getting into the swing.
Getting into the swing.
Getting into the swing.


Kings of Convenience, I'd rather dance with you

A vida, como ela é

Cuidado, companheiro!
A vida é pra valer
E não se engane não, tem uma só
Duas mesmo que é bom
Ninguém vai me dizer que tem
Sem provar muito bem provado
Com certidão passada em cartório do céu
E assinado embaixo: Deus
E com firma reconhecida!
A vida não é brincadeira, amigo
A vida é arte do encontro
Embora haja tanto desencontro pela vida
Há sempre uma mulher à sua espera
Com os olhos cheios de carinho
E as mãos cheias de perdão
Ponha um pouco de amor na sua vida
Como no seu samba


Vinicius de Moraes, Samba da Benção