segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Perversidades
O livro, coisa boa? Tal como acontece com o cinema, a ideia de que o livro é bom, por si só, porque é livro ou, no segundo caso, porque suportamente forma a 7ª arte, é das ideias mais perversas que já tiveram oportunidade de ser expostas.
Uma passagem pelos cartazes das coisas em exibição, pelas páginas dos programas ditos culturais ou, no primeiro caso, pelas estantes das livrarias, desmente qualquer veleidade: a maioria dos livros impressos são a expressão fiel do lixo se produz sob o disfarce de um qualquer génio criador; os trailers dos filmes que, forçado, vejo cada vez que escolho um a que quero assistir deveriam, na maioria dos casos, ser colocados na categoria de atentado à inteligência, disponíveis para neurónios inexistentes ou mentes pouco habituadas a pensar.
São produtos que em vez de libertarem, aprisionam, matam a imaginação, não permitem, debaixo de tanta expressão literal, ir além do imediato, ver para além do inexistente subtil.
A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de pensamento, através dos séculos, capacitou o homem a ser menos escravizado (André Malraux).
Uma passagem pelos cartazes das coisas em exibição, pelas páginas dos programas ditos culturais ou, no primeiro caso, pelas estantes das livrarias, desmente qualquer veleidade: a maioria dos livros impressos são a expressão fiel do lixo se produz sob o disfarce de um qualquer génio criador; os trailers dos filmes que, forçado, vejo cada vez que escolho um a que quero assistir deveriam, na maioria dos casos, ser colocados na categoria de atentado à inteligência, disponíveis para neurónios inexistentes ou mentes pouco habituadas a pensar.
São produtos que em vez de libertarem, aprisionam, matam a imaginação, não permitem, debaixo de tanta expressão literal, ir além do imediato, ver para além do inexistente subtil.
A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de pensamento, através dos séculos, capacitou o homem a ser menos escravizado (André Malraux).
Cumplicidades anotadas
Acertos de outrem
(...)
Não preciso de escolher as palavras
quando eslas passam por mim, como
nuvens, e me indicam o sentido da vida.
Palavras, Nuno Júdice
Não preciso de escolher as palavras
quando eslas passam por mim, como
nuvens, e me indicam o sentido da vida.
Palavras, Nuno Júdice
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
A cidade porque não há
mais nada. Entre as ruas
nem sequer espaço
para a experiência,
e a maturidade é uma
superstição. Temos
a arquitectura do nosso lado
e o movimento das luzes,
nadamos no sentido
errado por empatia,
mas os néons apagados
mostram que alguma coisa
realmente morreu.
ou muitas coisas.
A cidade, Pedro Mexia
mais nada. Entre as ruas
nem sequer espaço
para a experiência,
e a maturidade é uma
superstição. Temos
a arquitectura do nosso lado
e o movimento das luzes,
nadamos no sentido
errado por empatia,
mas os néons apagados
mostram que alguma coisa
realmente morreu.
ou muitas coisas.
A cidade, Pedro Mexia
sábado, 23 de janeiro de 2010
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