terça-feira, 18 de maio de 2010

Às voltas por aí

Santuário de Nossa Senhora do Cabo, Cabo Espichel.

Descobertas Insólitas

Montra inesperada em Genebra.

Rotinas da vida

Lavadouro público da Ribeira, Porto; Paulo Providência.

Transparências e reflexos

Porto, Ribeira, através dos bares de Gaia

domingo, 16 de maio de 2010

Aforismos Roubados

(...) a vida tem de incluir pequenas loucuras, sal da nossa existência.

Rodrigo Guedes de Carvalho in A Casa Quieta

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Lisboa - Hoje

Passagem do tempo sobre Carrilho da Graça; na Fábrica das Sedas.


Trabalho

Pausas, momentos de descanso e outras deambulações no meio da turbulência do estaleiro.









quinta-feira, 13 de maio de 2010

Lugar e tempo de Espiritualidade

Visita do Papa Bento XVI ao Santuário de Fátima. Ontem à noite.
Para além da ditadura do corpo e da suposta objectividade da razão, nestes tempos que nos envolvem.

























terça-feira, 11 de maio de 2010

Outros roteiros - a favor da boa gastronomia

Restaurante Ti' Lena, Talasnal.
Um recanto quase mágico, escondido por entre a marcha imóvel e indolente do tempo da Serra da Lousã. Com a cidade lá atrás. Muito para trás.



Para além da cidade

Talasnal; Serra da Lousã.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

Aforismos Roubados

A vida é uma festa.

Federico Fellini in 8 1/2

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Objecto de culto

O CARRO - em cenário de perfeito convívio entre o automóvel e a vida.

Casa Kitada

Lauterach, Áustria

Passos de um explorador da cidade - Lisboa

Para alguns, aquele local era pouco amado, recusável, desprezavam-lhe a ocupação e os usos.
Para si, que tanto se encantava com as cidades e os seus espaços, permanecia outra coisa. Preferia olhar para o equilíbrio da praça, para a perfeição dos edifícios pombalinos, para o sedutor encanto da quase miniaturização do teatro nacional. A vitalidade do espaço não lhe causava repulsa. Não desdenhava das pessoas que via. Imaginava vidas difíceis que lhe inspiravam respeito. Tudo isso era um mundo vivo. Gostava de assistir aos movimentos humanos, à diversidade que ali convergia e se acumulava, divergindo em seguida ao ritmo da entrada e saída dos transportes públicos. Olhava e escutava à sua volta. A cidade também era o que via.

Cenas do quotidiano (em que se tropeça)

Registos de coisas que se encontram pelas mesas