terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
Aforismos Roubados
(...) a vida tem de incluir pequenas loucuras, sal da nossa existência.
Rodrigo Guedes de Carvalho in A Casa Quieta
Rodrigo Guedes de Carvalho in A Casa Quieta
sábado, 15 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Lugar e tempo de Espiritualidade
terça-feira, 11 de maio de 2010
Outros roteiros - a favor da boa gastronomia
segunda-feira, 10 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Passos de um explorador da cidade - Lisboa
Para alguns, aquele local era pouco amado, recusável, desprezavam-lhe a ocupação e os usos.
Para si, que tanto se encantava com as cidades e os seus espaços, permanecia outra coisa. Preferia olhar para o equilíbrio da praça, para a perfeição dos edifícios pombalinos, para o sedutor encanto da quase miniaturização do teatro nacional. A vitalidade do espaço não lhe causava repulsa. Não desdenhava das pessoas que via. Imaginava vidas difíceis que lhe inspiravam respeito. Tudo isso era um mundo vivo. Gostava de assistir aos movimentos humanos, à diversidade que ali convergia e se acumulava, divergindo em seguida ao ritmo da entrada e saída dos transportes públicos. Olhava e escutava à sua volta. A cidade também era o que via.
Para si, que tanto se encantava com as cidades e os seus espaços, permanecia outra coisa. Preferia olhar para o equilíbrio da praça, para a perfeição dos edifícios pombalinos, para o sedutor encanto da quase miniaturização do teatro nacional. A vitalidade do espaço não lhe causava repulsa. Não desdenhava das pessoas que via. Imaginava vidas difíceis que lhe inspiravam respeito. Tudo isso era um mundo vivo. Gostava de assistir aos movimentos humanos, à diversidade que ali convergia e se acumulava, divergindo em seguida ao ritmo da entrada e saída dos transportes públicos. Olhava e escutava à sua volta. A cidade também era o que via.
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