A escala era perfeita. Os edifícios magníficos. A cidade maravilhosa.
A história habitava por tudo que o rodeava. Mas não era um cidade museu.
Não se encontrava num parque-temático. As ruas e praças respiravam; sentia-se-lhes o seu pulsar. A autenticidade permanecia nos espaços ao ritmo da vida, das pessoas e das acividades.
O equíbrio que observava por todo o lado fazia-o sentir bem.




















































