sexta-feira, 30 de julho de 2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Pausa...

Obras a terminar, páginas a fechar-se, teclas a sossegar-se, palmos de areia desejados, marés aguardadas, o sol a ser antecipado e o som do trompete. A música parece suster-se no calor lento que inunda o ar para lá das paredes. Cada nota medeia a passagem para outra qualquer coisa, com alívio, e fecha o trabalho de hoje. Abre a porta lá para fora...

Trabalho - mais próximo do fim

...e para além do que a teimosia dos brancos fotográficos, indolentemente imperfeitos, insiste em não reproduzir.









































Cores vivas ao lado desta cidade

Baixo Mondego.


sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ao início da noite, na Quinta das Lágrimas

Shuffling...

Chasing my paradise - See you








Exaltação, sublimação, entusiasmo, felicidade, paz, tranqulidade...

o que ecoa por aí...

...que a música ecoe por todas as esquinas enquanto procura anular saudades de um disco há muito esquecido em qualquer estante, entre outros cd perdidos no tempo e na memória.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Com o dia a mais ou um dia a menos

Ao fechar todos estes arquivadores, pastas, livros e folhas com anotações, recordo a tranquilidade do trompete de Chris Botti, uma tranqulidade melancólica. Talvez por isso tão intensa.
Foi desse modo que conheci Chris Botti, nos longos serões de um distante meio de mês de Agosto, na anestesiante e suave quase solidão do Cácá - isto nos tempos em que o Cácá ainda era Cácá.
É provavelmente hoje, também, esse o estado de espírito que se espalha entre as paredes. Quase fim, quase qualquer coisa, mas ainda por ser. Um fim inacabado é o que tenho entre mãos. Na folha de apontamentos restam-me 5 notas. E isso tranquliza-me. Mas as palavras começam a fugir-me das mãos. Estão a querer ganhar autonomia e vida. Mas ao tentarem uma existência, são qualquer coisa que inicia o ocaso. Como este dia de trabalho: decreto que termine. Entrego-me à desistência de o prosseguir. Uma desistência animadora. Tão real e contraditória como a perspectiva de aconchego no sol de tarde descendente me conduz ao paradoxo de um conforto insuficiente. Falta qualquer coisa neste apenas qualquer coisa. É estranho. Mas é estranheza que sinto ao ver-me estranhamente feliz com a quase tristeza destes sons.

Mais uma vez, porque sim.

Acumulação de tempo(s) pelas paredes

Casa da Escrita, Coimbra; João Mendes Ribeiro.

Escadas Improváveis

Casa da Escrita, Coimbra; João Mendes Ribeiro.




Espaços inesperados para aconchego em horas assim

Paredes por aí

Cintilações urbanas ou simplesmente a minha cidade

Pelas paredes da cidade


quarta-feira, 21 de julho de 2010