quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Vida moderna...
Aforismos Roubados
Conrad tem razão quando diz que tudo o que a vida nos pode dar é um certo conhecimento dela que, normalmente, chega demasiado tarde.
António Lobo Antunes
António Lobo Antunes
Outras versões, o mesmo som... sempre diferente!
A música estava sempre presente no enorme ecrã. Não sei quantas vezes entrei e saí do hotel enquanto Ana Carolina e Seu Jorge invadiam o espaço com o conforto das suas vozes.
Era assim que inúmeras vezes passava para a Visconde de Pirajá ou dela saía. Era já uma marca familiar nessa rotina sempre diferente do que pode ser um dia no Rio de Janeiro. É assim um dia na cidade, como uma música que conhecemos há muito tempo. Nunca é igual. Renova-se sempre com as circunstâncias. A vida comanda tudo. E esta nunca se repete.
Era assim que inúmeras vezes passava para a Visconde de Pirajá ou dela saía. Era já uma marca familiar nessa rotina sempre diferente do que pode ser um dia no Rio de Janeiro. É assim um dia na cidade, como uma música que conhecemos há muito tempo. Nunca é igual. Renova-se sempre com as circunstâncias. A vida comanda tudo. E esta nunca se repete.
Passos de um Explorador da Cidade; Lisboa - LX FACTORY
Havia funcionado ali uma gráfica que entrou em absoluto abandono. Mas o tempo tinha mudado. Agora aquele sítio era outra coisa. A enorme vitalidade estava por todo o lado. As indústrias criativas que se espalhavam por cada dobra de esquina ou metro de fachada conviviam com as marcas de decadêndia que o local e os diversos edifícios não tinham querido perder. O vibrante do presente convivia serenamente com os vincos de um passado já obsoleto. E isso agradava-lhe. Era um contaste inspirador. Havia ali uma qualquer estética de grande vigor. Tudo lhe parecia autêntico, convidativo. Novos escritórios, galerias, agências de castings, bares ou restaurantes acomodavam-se como podiam sem desvirtuar o tom geral de uma fábrica em reocupação por novos habitantes. À entrada, descobriu a Cantina. Já não se lembrava do sabor de Pescadinha de rabo na boca com arroz de cenoura. Divino, pensou! Os seus sentidos captavam a perfeição, como se a simplicidade do local fosse espontânea. Sabia que o cuidado não se havia deixado submergir pelo acaso, mas deixava convencer-se pelo logro. Noutra mesa, uma jovens mulheres, modelos, conversavam numa qualquer língua estrangeira, aguardando uma sessão fotográfica no exterior.
A cidade não parava de o seduzir e supreender.




A cidade não parava de o seduzir e supreender.




segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Figueira, de novo no mapa.
Depois de um primeiro dia de ondas pequenas, mas a permitir boas manobras, o segundo dia de competição mudou tudo, com o mar a subir a proporcionar boas oportunidades para performances espectaculares e pontuações elevadas.
A partir de dia 14, espera-se mais e melhor, com o circuito de qualificação para o mundial.
A partir de dia 14, espera-se mais e melhor, com o circuito de qualificação para o mundial.
Figueira Pro 2010 Nacional de Surf Dia 1 from FB_ST2DIO on Vimeo.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Passos de um Explorador da Cidade; Lisboa - highlights
Terraços de Bragamça; Álvaro Siza
Nunca conseguia deixar de olhar para o lado esquerdo, ao descer do Chiado para o Cais do Sodré. Os edifícios que preenchem o último vazio resultante do terremoto de 1755 são belíssimos. Mas o que mais o impressionava era o seu alinhamento com uma estreita linha. Aquela que é assegurada pela distinção de uma excelente obra de arquitectura que, sem paradoxos, se afirma pela neutralidade, pelo anonimato. Siza está nas cidades como se lhes pertencesse. Possui inúmeros heterónimos e troca facilmente de pele. Com ele, é a obra que se afirma. Sobressai a coerência reforçada dos locais onde actua. O arquitecto fica atrás, oculta-se, sem recear a falta de protagonismo. Uma capacidade só ao alcance de raros.
Gostava dessa naturalidade.


Nunca conseguia deixar de olhar para o lado esquerdo, ao descer do Chiado para o Cais do Sodré. Os edifícios que preenchem o último vazio resultante do terremoto de 1755 são belíssimos. Mas o que mais o impressionava era o seu alinhamento com uma estreita linha. Aquela que é assegurada pela distinção de uma excelente obra de arquitectura que, sem paradoxos, se afirma pela neutralidade, pelo anonimato. Siza está nas cidades como se lhes pertencesse. Possui inúmeros heterónimos e troca facilmente de pele. Com ele, é a obra que se afirma. Sobressai a coerência reforçada dos locais onde actua. O arquitecto fica atrás, oculta-se, sem recear a falta de protagonismo. Uma capacidade só ao alcance de raros.
Gostava dessa naturalidade.


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