terça-feira, 28 de setembro de 2010
Desenhos I
Todos os desnhos contam uma história. A sua própria ou a de um qualquer momento. São instantes de vida, preenchidos, quer sejam a fuga à atenção de uma reunião, quer sejam um desafio ou um exercício em si mesmos, quer sejam outra coisa, mais pessoal ou emotiva. Todos têm em comum um traço, uma narrativa, que se funde com o lápis, a caneta, a mão, o braço, a cabeça que que lhes dá vida. E quando terminam, quando ganham autonomia, se correspondem ao que esperávamos, são, em si mesmos, momentos de alegria, sentida sempre que revisitados.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
Não vamos ter descanso enquanto as árvores da cidade não forem todas derrubadas!
Desta vez foi na Rua João Pinto Ribeiro (entre a Afonso Hernrique e a Dias da Silva). Foram abatidas 24 das 32 árvores ali existentes. No entanto, apenas 11 estavam em más condições fitossanitárias, ou seja, só essas haviam sido alvo da recomendação de abate. O resto deve-se à inteira responsabilidade e vontade da Junta de Freguesia. E a reacção da Câmara? Não comenta. Em intervenção oficial (num jornal local) diz que foi uma intervenção da responsabilidade da Junta de Freguesia. ...muito Bom!
A culpa, já se sabe, morre solteira. Simplesmente aconteceu. Suponhamos, porém, que a tal Junta lesava patrimonialmente um de nós, um qualquer cidadão, no valor correspodente ao da totalidade das árvores cortadas sem motivo ( e isto para colocar a questão de modo completamente redutor, pois está em causa muito mais do que dinheiro); tinha que o indemnizar, é óbvio. Ou seja, havia apuramento de responsabilidades. Mas como se trata de nos lesar a todos em nome de um suposto exercício de competências públicas de natureza indeterminada, está tudo bem. Acontece o que costuma suceder em circunstâncias idênticas. Até porque estão legitimados por voto. Uma coisa é certa, se já era dominante a ideia que, no quadro vigente, as Junta de Freguesias são uma nebulosa que ninguém sabe para o que é que servem, face a este tipo de actuação instala-se a certeza: não servem para absolutamente nada.
A culpa, já se sabe, morre solteira. Simplesmente aconteceu. Suponhamos, porém, que a tal Junta lesava patrimonialmente um de nós, um qualquer cidadão, no valor correspodente ao da totalidade das árvores cortadas sem motivo ( e isto para colocar a questão de modo completamente redutor, pois está em causa muito mais do que dinheiro); tinha que o indemnizar, é óbvio. Ou seja, havia apuramento de responsabilidades. Mas como se trata de nos lesar a todos em nome de um suposto exercício de competências públicas de natureza indeterminada, está tudo bem. Acontece o que costuma suceder em circunstâncias idênticas. Até porque estão legitimados por voto. Uma coisa é certa, se já era dominante a ideia que, no quadro vigente, as Junta de Freguesias são uma nebulosa que ninguém sabe para o que é que servem, face a este tipo de actuação instala-se a certeza: não servem para absolutamente nada.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Aforismos Roubados
...o homem está colocado onde termina a terra; a mulher, onde começa o céu.
Victor Hugo
Victor Hugo
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
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