quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Banda sonora

A propósito do Natal que chega

Por entre o calor imaginado - que salta em cada rasgo de luz para o exterior - e o toque frio da noite; por entre o bater sólido do caminhar sobre o granito gelado e cada janela que clareia o espaço em volta, cada novo passo é de progressivo afastamento. A vida vai saindo do edifício, para se acumular nas casas, nas salas, nos momentos, nos sorrisos, no encontro.
Mas com a brevidade do tempo que apenas se suspende, 2011 trará de novo a alma do lugar. A arquitectura voltará a pulsar e, com ela, as rotinas, as conversas, o convívio, os olhares, as cumplicidades, os namoros. Será a vida, ela própria, a manifestar-se e a tudo ocupar.

sábado, 18 de dezembro de 2010

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Som do dia

Noite singular

Hoje e agora, o conforto encontrado fora das ruas da cidade.


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Memória dos dias suavemente luminosos

Faup, num qualquer momento de encontro com a vida. Um olhar entregue a si mesmo, com um café na mesa e um pensamento na mão, protegido pela beleza, a beleza do contacto da arquitectura com os dias.

Imagens de um edifício vivo

Faup, quinta-feira, dia 2.




sexta-feira, 12 de novembro de 2010

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Escape mental

...para outras noites, outras paragens, outras motivações, outras... Simplesmente outras!

A Building that never sleeps

Faup, esta noite.





quarta-feira, 10 de novembro de 2010

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Música do dia, colorida (para lá do negrume deste céu outonal)

Regresso, relembrando o meu trabalho...

Um ano depois, revisito-o no interior da memória... É bom voltar, confesso. Por lá ficou muito esforço, por vezes sofrimento, mas, sobretudo, as últimas imagens que me assaltam são de alegria e prazer.






sábado, 6 de novembro de 2010

Bravo, sublime, parabéns!

Kelly Slater conquistou o décimo título de campeão do mundo!

Hoje foi assim; no CAE

Simplesmente, sublime!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A cidade como media

São múltiplas a cargas simbólicas ou suportes funcionais das paredes e superfícies da cidade. Mensagens passam de mão em mão, números trocam-se, negócios efectuam-se, o Alex e a Liliana, sobretudo, fixam o olhar em locais onde nunca haviam reparado. É inesperada, a cidade. A cidade nunca surge programada. A espontaneidade apanha-a, desprevenida ou não, porque é parte de todo o improgramável que é a vida em si mesma, espalhada pela sempre renovada surpresa dos espaços.