quarta-feira, 30 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Eduardo Souto de Moura, Pritzker Prize 2011

Todas as cidades têm a sua história, as suas narrativas.
O Porto também as tem. Diferentes de todas as outras. A partir de hoje, uma mais. Será a única cidade onde dois galardoados com o prémio Pritzker vivem na mesma rua, no mesmo número de polícia, no mesmo edifíco. Será a única cidade do mundo onde dois galardoados com o prémio Pritzker trabalham na mesma rua, no mesmo número de polícia, no mesmo edifício.

Ousar sonhar

....uma cidade melhor, em exposição.

Trabalhos do 1º semestre de Projecto V, do Mestrado Integrado em Arquitectura do Departamento de Arquitectura da Universidade do Coimbra; Museu Machado de Castro.

Sob o chão da (minha) cidade

...a emoção de habitar um espaço com 1900 anos.

Criptopórtico de Aeminium.

sexta-feira, 25 de março de 2011

A luz na cidade

Invariantes

A cidade é sempre lugar de espera de alguma coisa.

Castelo de S. Jorge; Lisboa.

In & Out


Passos de um explorador da cidade - por sobre a cidade é a noite que se acomoda























Olhava e observava mais um dia a terminar. Era já uma delicada espessura negra que se anunciava e queria tocar os volumes que se adaptavam à delicadeza do contacto.
Tacteava esse toque ao lembrar-se do fino e delicado manto, também negro, dos cabelos da mulher que tinha no interior do olhar. Imaginava-se na pele daquelas torres e deixava-se enredar como se fosse coberto e envolvido pela beleza sedosa que descia da cabeça da mulher que lhe permanecia na retina, como se ali vivesse. Vista assim, a noite aparecia-lhe mais confortável. Mais desejável.

terça-feira, 22 de março de 2011

Aforismos roubados - síntese de um final de dia

Para se ter vida longa, é preciso viver devagar.

Cícero

O sal da vida

sexta-feira, 18 de março de 2011

Hoje, agora, a beleza procurada no interior da palavra

Aproximei-me de ti; e tu, pegando-me na mão,
puxaste-me para os teus olhos
transparentes como o fundo do mar para os afogados. Depois, na rua,
ainda apanhámos o crepúsculo.
As luzes acendiam-se nos autocarros; um ar
diferente inundava a cidade. Sentei-me
nos degraus do cais, em silêncio.
Lembro-me do som dos teus passos,
uma respiração apressada, ou um princípio de lágrimas,
e a tua figura luminosa atravessando a praça
até desaparecer. Ainda ali fiquei algum tempo, isto é,
o tempo suficiente para me aperceber de que, sem estares ali,
continuavas ao meu lado. E ainda hoje me acompanha
essa doente sensação que
me deixaste como amada
recordação.

Nuno Júdice, Um Amor in A Partilha dos Mitos

Eugénio, palavras de poesia absoluta

Adeus, d'Eugénio de Andrade from blocsdelletres on Vimeo.

quinta-feira, 17 de março de 2011