quarta-feira, 9 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Aforismos Roubados - conquista uma vida.
Não podemos esperar pelo futuro parados.
Barack Obama
O futuro não é uma dádiva; é uma conquista.
Robert Kennedy
Barack Obama
O futuro não é uma dádiva; é uma conquista.
Robert Kennedy
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
5 há 45
José Duarte completou, ontem, 45 anos no ar com o programa 5 Minutos de Jazz. Um marco da rádio portuguesa, uma companhia e um prazer.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Arquitectura como vida
A experiência do espaço não é um privilégio de poucos, mas uma função biológica.
(...)
O espaço é uma realidade para a experiência sensorial.
Lazlo Moholy-Nagy
(...)
O espaço é uma realidade para a experiência sensorial.
Lazlo Moholy-Nagy
A Matéria da Arquitectura
O espaço é a relação entre o posicionamento dos corpos.
Lazlo Moholy-Nagy in Von Material zu Architektur, 1929.
Lazlo Moholy-Nagy in Von Material zu Architektur, 1929.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Aforismos roubados
Ensinai as vossas crianças que uma casa só é habitável quando está cheia de luz e de ar (...).
Le Corbusier
Le Corbusier
Outras palavras
A Arquitetura vai além de necessidades ulitárias.
Utilizais madeira, pedra e betão, e com esses materiais construís casas e palácios. Isso é construção. O engenho está no trabalho. E de repente tocais meu coração, fazeis com que me sinta bem, estou feliz e digo 'Isso é bonito'. Isso é Arquitetura.
Le Corbusier
Utilizais madeira, pedra e betão, e com esses materiais construís casas e palácios. Isso é construção. O engenho está no trabalho. E de repente tocais meu coração, fazeis com que me sinta bem, estou feliz e digo 'Isso é bonito'. Isso é Arquitetura.
Le Corbusier
Aforismos roubados - frases de sempre
A Arquitectura é o jogo sábio, correcto e magnífico dos volumes sob a luz.
Le Corbusier
Le Corbusier
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Aforismos roubados
Simplicidade e tranquilidade são as características que medem o verdadeiro valor de qualquer obra de arte.
Frank Lloyd Wright
Frank Lloyd Wright
Passos de um Explorador da Cidade - espaços, sabores e sons
A partir da rua, são poucos os degraus que separam do espaço interior. As surpresas sucedem-se. À direita, a loja anuncia, em paredes e estantes envolventes do conforto sentido, os sabores oferecidos. Mais uns passos, recantos de mesas baixas, de luz coada e de suave coloração, filtram o olhar sobre a cozinha, que uma longa janela oferece à indiscrição, ao prescrutar dos movimentos vários que antecedem a entrega aos aromas procurados. Lá fora, no pátio, ouve-se conversas em voz baixa. O espaço é ocupado com palavras surgidas à volta de chávenas de sabores exóticos. Subindo à casa e atravessando a primeira sala de luz baixa e cores mais afirmadas, um outro compartimento. Aqui, o silêncio é total. Ouve-se epenas o tempo a passar. A luz vem do exterior. A rua está lá fora, em frente das altas janelas, iluminando o espaço e invadindo-o com uma sensação de inesperado isolamento e calma. Não se vê o chão da cidade, nem pessoas - tão só o telhado da casa oferecida ao olhar frontal. Adivinha-se o movimento fora das paredes, mas a memória que dele ficou intensifica a serenidade que ocupa o interior da sala e permanece no lugar. Em volta, tudo parece estar por ali há bastante tempo. Uma estranha sensaçao de autenticidade faz acreditar que tudo é genuíno. Que tudo foi ali colocado pelo passar dos anos, em actos que se foram sobrepondo, junto com a acumulação de objectos. Não importava o logro, considerou. Sempre que ali entrava sentia-se confortável. O desejo era outra vez o de permanecer. Os sabores imperavam, pensou repetidamente.
O seu pensamento, de novo, foi ocupado pela permanência da familiar ideia: sentia-se recompensado pela densidade e espessura da vida na cidade.
Rota do Chá; Rua Miguel Bombarda, Porto.





O seu pensamento, de novo, foi ocupado pela permanência da familiar ideia: sentia-se recompensado pela densidade e espessura da vida na cidade.
Rota do Chá; Rua Miguel Bombarda, Porto.





domingo, 6 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Aforismos roubados
Pode-se ficar alegre consigo mesmo durante certo tempo, mas a longo prazo a alegria tem de ser compartilhada por duas pessoas.
Henrik Ibsen in O Pequeno Eyolf
Henrik Ibsen in O Pequeno Eyolf
Palavras que não dormem
Não digas nada!
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender
Tudo metade
De sentir e de ver...
Não digas nada
Deixa esquecer
Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada...
Mas ali fui feliz
Não digas nada.
Fernando Pessoa, Não Digas Nada in "Cancioneiro"
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender
Tudo metade
De sentir e de ver...
Não digas nada
Deixa esquecer
Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada...
Mas ali fui feliz
Não digas nada.
Fernando Pessoa, Não Digas Nada in "Cancioneiro"
sábado, 29 de janeiro de 2011
Subtileza
Aquilo que para nós faz a felicidade ou a infelicidade da nossa vida constitui para qualquer outro um facto quase imperceptível.
Marcel Proust
Marcel Proust
Aforismos roubados
A vida afectiva é a única que vale a pena. A outra apenas serve para organizar na consciência o processo da inutilidade de tudo.
Miguel Torga
Miguel Torga
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Palavras de poeta
Contemplo o que não vejo.
É tarde, é quase escuro.
E quanto em mim desejo
Está parado ante o muro.
Por cima o céu é grande;
Sinto árvores além;
Embora o vento abrande,
Há folhas em vaivém.
Tudo é do outro lado,
No que há e no que penso.
Nem há ramo agitado
Que o céu não seja imenso.
Confunde-se o que existe
Com o que durmo e sou.
Não sinto, não sou triste.
Mas triste é o que estou.
Fernando Pessoa, Contemplo o que não Vejo in Cancioneiro
É tarde, é quase escuro.
E quanto em mim desejo
Está parado ante o muro.
Por cima o céu é grande;
Sinto árvores além;
Embora o vento abrande,
Há folhas em vaivém.
Tudo é do outro lado,
No que há e no que penso.
Nem há ramo agitado
Que o céu não seja imenso.
Confunde-se o que existe
Com o que durmo e sou.
Não sinto, não sou triste.
Mas triste é o que estou.
Fernando Pessoa, Contemplo o que não Vejo in Cancioneiro
Conhecimendo sobre nada ou coisa nenhuma
Nunca são as coisas mais simples que aparecem
quando as esperamos. O que é mais simples,
como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se
encontra no curso previsível da vida. Porém, se
nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos
nos empurrou para fora do caminho habitual,
então as coisas são outras. Nada do que se espera
transforma o que somos se não for isso:
um desvio no olhar; ou a mão que se demora
no teu ombro, forçando uma aproximação
dos lábios.
Nuno Júdice, Nunca são as coisas mais simples
quando as esperamos. O que é mais simples,
como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se
encontra no curso previsível da vida. Porém, se
nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos
nos empurrou para fora do caminho habitual,
então as coisas são outras. Nada do que se espera
transforma o que somos se não for isso:
um desvio no olhar; ou a mão que se demora
no teu ombro, forçando uma aproximação
dos lábios.
Nuno Júdice, Nunca são as coisas mais simples
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Palavras raras
A boca,
onde o fogo
de um verão
muito antigo cintila,
a boca espera
(que pode uma boca esperar senão outra boca?)
espera o ardor do vento
para ser ave e cantar.
Levar-te à boca,
beber a água mais funda do teu ser
se a luz é tanta,
como se pode morrer?
Eugénio de Andrade, A boca
onde o fogo
de um verão
muito antigo cintila,
a boca espera
(que pode uma boca esperar senão outra boca?)
espera o ardor do vento
para ser ave e cantar.
Levar-te à boca,
beber a água mais funda do teu ser
se a luz é tanta,
como se pode morrer?
Eugénio de Andrade, A boca
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A cidade
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
A cidade - lugares
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
A propósito do Natal que chega
Por entre o calor imaginado - que salta em cada rasgo de luz para o exterior - e o toque frio da noite; por entre o bater sólido do caminhar sobre o granito gelado e cada janela que clareia o espaço em volta, cada novo passo é de progressivo afastamento. A vida vai saindo do edifício, para se acumular nas casas, nas salas, nos momentos, nos sorrisos, no encontro.
Mas com a brevidade do tempo que apenas se suspende, 2011 trará de novo a alma do lugar. A arquitectura voltará a pulsar e, com ela, as rotinas, as conversas, o convívio, os olhares, as cumplicidades, os namoros. Será a vida, ela própria, a manifestar-se e a tudo ocupar.
Mas com a brevidade do tempo que apenas se suspende, 2011 trará de novo a alma do lugar. A arquitectura voltará a pulsar e, com ela, as rotinas, as conversas, o convívio, os olhares, as cumplicidades, os namoros. Será a vida, ela própria, a manifestar-se e a tudo ocupar.
sábado, 18 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Memória dos dias suavemente luminosos
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Escape mental
...para outras noites, outras paragens, outras motivações, outras... Simplesmente outras!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
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