segunda-feira, 15 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
O mundo em caixas, rótulos e classificações... Não, obrigado!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Noite em cheio com Morcheeba; ontem.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Acima do chão, o que se queira
Metonímia do céu largo, da vastidão da luz quente que inunda todos os espaços, sem resistências.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Actualidade enviezada
Este espaço não me costuma servir para comentários como o que aqui deixo. Mas não resisto. O assunto é mais forte do que as minhas teclas. A vontade não lhe resiste. Nada em mim lhe resiste.
Portugal está em grande. As novidades engrandecem-no!
Tudo vai bem no melhor dos mundos, como com Cândido. Eis como Portugal vai sair da crise: a média das classificações dos exames de 12º ano rondou os 8 pontos a Português e 9 a matemática; no 9º ano, 43% dos alunos tiveram negativa na primeira disciplina e 58% alcançaram resultado idêntico na segunda. Melhor: os especialistas dizem que a maior exigência das provas terá condicionado os resultados, mas não explica tudo.
Onde está então a explicação? No buraco do ozono? Na Moody's? Na dminuição das vendas e nas falências do comércio a retalho? No encerramento do Jornal News of The World? No povoanento disperso do Alto Minho e no alto calor do Verão do Baixo Alentejo? Na falta de escoamento dos produtos de horto-fruticultura? Na falta de pescado das águas portuguesas? Na Batalha de Aljubarrota? Na Restauração da Independência? Ou simplesmente na peneira que não consegue tapar o sol?
Portugal está em grande. As novidades engrandecem-no!
Tudo vai bem no melhor dos mundos, como com Cândido. Eis como Portugal vai sair da crise: a média das classificações dos exames de 12º ano rondou os 8 pontos a Português e 9 a matemática; no 9º ano, 43% dos alunos tiveram negativa na primeira disciplina e 58% alcançaram resultado idêntico na segunda. Melhor: os especialistas dizem que a maior exigência das provas terá condicionado os resultados, mas não explica tudo.
Onde está então a explicação? No buraco do ozono? Na Moody's? Na dminuição das vendas e nas falências do comércio a retalho? No encerramento do Jornal News of The World? No povoanento disperso do Alto Minho e no alto calor do Verão do Baixo Alentejo? Na falta de escoamento dos produtos de horto-fruticultura? Na falta de pescado das águas portuguesas? Na Batalha de Aljubarrota? Na Restauração da Independência? Ou simplesmente na peneira que não consegue tapar o sol?
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Nota para não Escrever
Se o conhecimento é uma forma de escrita, mesmo sem palavras, uma respiração calada, a narrativa que o silêncio faz de si mesmo, então não se deve escrever, nem mesmo admitindo que fazê-lo seria o reconhecimento do conhecimento. Pode escrever-se acerca do silêncio, porque é um modo de alcançá-lo, embora impertinente. Pode também escrever-se por asfixia, porque essa não é maneira de morrer. Pode escrever-se ainda por ilusão criminal: às vezes imagina-se que uma palavra conseguirá atingir mortalmente o mundo. A alegria de um assassinato enorme é legítima, se embebeda o espírito, libertando-o da melancolia da fraternidade universal. Mas se apesar de tudo se escrever, escreva-se sempre para estar só. A escrita afasta concretamente o mundo. Não é o melhor método, mas é um. Os outros requerem uma energia espiritual que suspeita do próprio uso da escrita, como a religiosidade suspeita da religião e o demonismo da demonologia. A escrita - inferior na ordem dos actos simbólicos - concilia-se mal com a metamorfose interior - finalidade e símbolo, ela mesma, da energia espiritual. O espírito tende a transformar o espírito, e transforma-o. O resultado é misterioso. O resultado da escrita, não.
Herberto Helder, in 'Photomaton & Vox'
Herberto Helder, in 'Photomaton & Vox'
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Aforismos Roubados
Apostar no futuro é para quem já se resignou a perder o presente.
António Lobo Antunes
António Lobo Antunes
quinta-feira, 7 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
O que se ouve por aí
Os ricos têm uma vantagem relativamente aos pobres... sabem o que o dinheiro não alcança!
In Pessoal e Transmissível, edição de 29.06, TSF
In Pessoal e Transmissível, edição de 29.06, TSF
Para tardes quentes
Um título de albúm assim, justifica toda a atenção. Prende. Há anos atrás quase comprei o cd apenas pela capa. E muitas noites tenho passado desde então com a poética dessa frase, com o que ela evoca e com Keith e o som das suas teclas.
A felicidade deve ser isto
Percepção
terça-feira, 28 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Finalmente, o Verão
Que a energia, beleza e poética a que esta interpretação se entrega, se moldem como imagem dos 3 meses que se seguem.
domingo, 19 de junho de 2011
A vida segundo Tomas
(...) A vida humana só acontece uma vez e nunca podemos verificar qual era a boa e qual era a má decisão porque, em toda e qualquer situação, só podemos decidir uma vez. Não nos é concedida nem uma segunda, nem uma terceira, nem uma quarta vida para podermos comparar as diversas decisões.
in A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera.
in A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Aforismos roubados
Que o Desenho seja entendido no seu mais amplo sentido. Não apenas restrito às Artes-Plásticas mas a todas atitudes criativas do Homem. Não é monopólio de qualquer época nem de qualquer sociedade.
O Desenho é expressão de um consciente que o particulariza.
Júlio Rezende
O Desenho é expressão de um consciente que o particulariza.
Júlio Rezende
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Som dos dias; das semanas
Ouvia-se o som melancólico, mas quente e inspirador do trompete de Miles Davis. Permaneceu no espaço, enchendo-o, durante semanas. E durante semanas ali estava a calma que imaginava sempre debaixo de uma certa brisa que faria mover as cortinas ao entrar e deixar para trás o calor suave e confortável do exterior. Tanto o imaginei que o cd abandonou as estantes da Almedina. Exemplar único, o registo da banda sonora do filme Ascenseur pour l' Échafaud deixou de ser partrilhado com a cidade. O som, esse, permanece. Divino.
Aforismos Roubados
A Arquitectura deve falar do seu tempo e do seu lugar, mas ansiar a eternidade.
Frank Gehry
Frank Gehry
domingo, 5 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Passos de um Explorador da Cidade - A total falta de sentido da desqualificação gratuita
Olhava a Praça 8 de Maio e não compreendia. Era a cidade que conhecia desde sempre e não se conformava com a sua degradação, má utilização, falta de cuidado em relação a tudo que observava.
Aquela coisa de grade que jorrava água a 3 metros de altura parecia-lhe um objecto de difícil entendimento. Lembrava-se das fontes de Évora, do subtil som da água, como pequenos regatos, que fazia com que a atenção se entregasse à calma, se abandonasse à placidez de um momento bem passado. Em frente, a Igreja de Sta Cruz - Panteão Nacional - surgia ainda mais insólita. Mostrava-se ladeada por uma bandeira nacional mais desbotada do que um pólo preto após dez anos de uso ininterrupto, e surgia, também, ladeada por um vazio total - a outra bandeira (a da monarquia) tinha-se ido, migrado para outras paragens, ido a banhos ou fugido aos difíceis tempos que se anunciam, e parecia que ninguém se havia preocupado em arranjar uma substituta. O pesadelo continuava: à porta da dita igreja estava montado um acampamento (versão estilo XS do ajuntamento nas Portas do Sol, em Madrid) que aos seuus olhos e para toda a gente pareceria uma má utilização da liberdade de expressão, menos aos próprios, que por lá iam ficando à espera de simpatizantes para uma causa que, expressa daquele modo, jamais conseguiria mobilizar.
Tempos estranhos - pensava - estes, em que a cidade se ia descolando irremediavelmente da sua ancestral componente estética, tanto no modo como se ía construindo, como também utilizando.
Aquela coisa de grade que jorrava água a 3 metros de altura parecia-lhe um objecto de difícil entendimento. Lembrava-se das fontes de Évora, do subtil som da água, como pequenos regatos, que fazia com que a atenção se entregasse à calma, se abandonasse à placidez de um momento bem passado. Em frente, a Igreja de Sta Cruz - Panteão Nacional - surgia ainda mais insólita. Mostrava-se ladeada por uma bandeira nacional mais desbotada do que um pólo preto após dez anos de uso ininterrupto, e surgia, também, ladeada por um vazio total - a outra bandeira (a da monarquia) tinha-se ido, migrado para outras paragens, ido a banhos ou fugido aos difíceis tempos que se anunciam, e parecia que ninguém se havia preocupado em arranjar uma substituta. O pesadelo continuava: à porta da dita igreja estava montado um acampamento (versão estilo XS do ajuntamento nas Portas do Sol, em Madrid) que aos seuus olhos e para toda a gente pareceria uma má utilização da liberdade de expressão, menos aos próprios, que por lá iam ficando à espera de simpatizantes para uma causa que, expressa daquele modo, jamais conseguiria mobilizar.
Tempos estranhos - pensava - estes, em que a cidade se ia descolando irremediavelmente da sua ancestral componente estética, tanto no modo como se ía construindo, como também utilizando.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Marcas de vida adivinhada
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Stop
Porque sou devorador de publicidade, porque é fim-de-semana e porque é urgente ocupar os espaços da cidade. Com vida. Vida partilhada. Com urgência. Com todos.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)

















































