sábado, 20 de agosto de 2011

Fora de serviço

O dia em que o termostato do país avariou.



''Paradising''


Cheers!

...à boa vida!


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Por puro prazer

Foto: Né Santelmo.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Para quem nunca quer ficar de fora

Depois de ter visto um já velho companheiro do mar da Arrifana com uma 5'2'' a apanhar toda e qualquer onda, mais mole ou de maior dimensão, confesso ter ficado fã do conceito...

5' 30'' fora da dimensão terrena

domingo, 31 de julho de 2011

Gone with the wind.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O mundo em caixas, rótulos e classificações... Não, obrigado!

O mundo é o lugar do sonho e da evasão. Da poética. Do livre pensamento. Do ser inteiro. Da razão e do seu contrário. De tudo. E de todos.

Sala do Catálogo da Biblioteca Geral, UC

Como na vida, a regra, suporte da excepção

Colégio das Artes, UC.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Noite em cheio com Morcheeba; ontem.

Conjugação perfeita da música e da voz com os efeitos cénicos de luz, cor, presença e sensualidade femininas.



segunda-feira, 25 de julho de 2011

Acima do chão, o que se queira

Metonímia do céu largo, da vastidão da luz quente que inunda todos os espaços, sem resistências.

Passos vagarosos nunca descansam

quinta-feira, 21 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Arquitecturas

Casa nas Marinhas; Alfredo Viana de Lima.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

domingo, 17 de julho de 2011

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Actualidade enviezada

Este espaço não me costuma servir para comentários como o que aqui deixo. Mas não resisto. O assunto é mais forte do que as minhas teclas. A vontade não lhe resiste. Nada em mim lhe resiste.
Portugal está em grande. As novidades engrandecem-no!
Tudo vai bem no melhor dos mundos, como com Cândido. Eis como Portugal vai sair da crise: a média das classificações dos exames de 12º ano rondou os 8 pontos a Português e 9 a matemática; no 9º ano, 43% dos alunos tiveram negativa na primeira disciplina e 58% alcançaram resultado idêntico na segunda. Melhor: os especialistas dizem que a maior exigência das provas terá condicionado os resultados, mas não explica tudo.
Onde está então a explicação? No buraco do ozono? Na Moody's? Na dminuição das vendas e nas falências do comércio a retalho? No encerramento do Jornal News of The World? No povoanento disperso do Alto Minho e no alto calor do Verão do Baixo Alentejo? Na falta de escoamento dos produtos de horto-fruticultura? Na falta de pescado das águas portuguesas? Na Batalha de Aljubarrota? Na Restauração da Independência? Ou simplesmente na peneira que não consegue tapar o sol?

Música do dia

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Nota para não Escrever

Se o conhecimento é uma forma de escrita, mesmo sem palavras, uma respiração calada, a narrativa que o silêncio faz de si mesmo, então não se deve escrever, nem mesmo admitindo que fazê-lo seria o reconhecimento do conhecimento. Pode escrever-se acerca do silêncio, porque é um modo de alcançá-lo, embora impertinente. Pode também escrever-se por asfixia, porque essa não é maneira de morrer. Pode escrever-se ainda por ilusão criminal: às vezes imagina-se que uma palavra conseguirá atingir mortalmente o mundo. A alegria de um assassinato enorme é legítima, se embebeda o espírito, libertando-o da melancolia da fraternidade universal. Mas se apesar de tudo se escrever, escreva-se sempre para estar só. A escrita afasta concretamente o mundo. Não é o melhor método, mas é um. Os outros requerem uma energia espiritual que suspeita do próprio uso da escrita, como a religiosidade suspeita da religião e o demonismo da demonologia. A escrita - inferior na ordem dos actos simbólicos - concilia-se mal com a metamorfose interior - finalidade e símbolo, ela mesma, da energia espiritual. O espírito tende a transformar o espírito, e transforma-o. O resultado é misterioso. O resultado da escrita, não.

Herberto Helder, in 'Photomaton & Vox'

domingo, 3 de julho de 2011

Janela Indiscreta

A rua como continuidade da vida e do espaço privado.
Estremoz




Celebração no tecto da cidade

Évora



quinta-feira, 30 de junho de 2011

O que se ouve por aí

Os ricos têm uma vantagem relativamente aos pobres... sabem o que o dinheiro não alcança!

In Pessoal e Transmissível, edição de 29.06, TSF

Para tardes quentes

Um título de albúm assim, justifica toda a atenção. Prende. Há anos atrás quase comprei o cd apenas pela capa. E muitas noites tenho passado desde então com a poética dessa frase, com o que ela evoca e com Keith e o som das suas teclas.

A felicidade deve ser isto

Aqui ou ali, acolá ou algures, neste ou noutro lugar, um pouco por todo o lado. invariavelmente, com ou sem mudança de cenário. Basta um ponto. Tudo reduzido a tão pouco.

Percepção

A visão é sempre a reflexão alterada de qualquer mundo, pequeno ou grande. E assim rola o planeta e se move a vida. E nós, com ela.

Objectos de Culto I

Objectos de Culto II

Sessão acústica

quinta-feira, 23 de junho de 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011

Modelada pela Luz

Casa das Marinhas; Viana de Lima.



Música do dia

Evadido com o vento!

Finalmente, o Verão

Que a energia, beleza e poética a que esta interpretação se entrega, se moldem como imagem dos 3 meses que se seguem.

domingo, 19 de junho de 2011

A vida segundo Tomas

(...) A vida humana só acontece uma vez e nunca podemos verificar qual era a boa e qual era a má decisão porque, em toda e qualquer situação, só podemos decidir uma vez. Não nos é concedida nem uma segunda, nem uma terceira, nem uma quarta vida para podermos comparar as diversas decisões.

in A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Aforismos roubados

Que o Desenho seja entendido no seu mais amplo sentido. Não apenas restrito às Artes-Plásticas mas a todas atitudes criativas do Homem. Não é monopólio de qualquer época nem de qualquer sociedade.

O Desenho é expressão de um consciente que o particulariza.

Júlio Rezende

quinta-feira, 16 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Aforismos roubados

A eternidade é o mar e o céu.

In Pedro o louco, Jean Luc Godard