terça-feira, 30 de agosto de 2011

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

sábado, 27 de agosto de 2011

Este é o primeiro dia do resto da tua vida!

Aforismos Roubados

Não há fim nem princípio. Apenas a infinita paixão da vida.

Federico Fellini

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Pensamento roubado

Construir uma casa tornou-se uma aventura.
É necessária paciência, coragem e entusiasmo.
[…]
O projecto é para o arquitecto, aquilo que o personagem de um romance é para o autor: move-se constantemente para longe dele. É vital não o perder. O desenho agarra-o.
Mas o projecto é um personagem com muitos autores e torna-se inteligente apenas quando é tratado como tal, de outro modo é obsessivo e impertinente.
O desenho é o desejo de inteligência.


Álvaro Siza in Architecture writings, Skira, 1997

'Vida' por inventar...

Incongruência 2: os novos territórios que permanecem para além dos quotidianos, vazios.


'Vida' esgotada.

Incongruência 1: a cidade que se vai esvaziando e enterrando na decadência.


As cidades dentro da cidade


terça-feira, 23 de agosto de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

''As Cidades Invisíveis''


Ao sucesso da vida, ''aquele abraço''...

...com empenhados desejos de felicidades e de que a ''passarela'' seja LINDA como as palavras de Vinicius sempre sabem ser!


Momentos assim dão sal à vida

...evocando o final de tarde de ontem.
É único, um dia de surf até ao anoitecer. É mágico, estar na água no momento em que o Sol se deita para além do horizonte. É maravilhoso, desfrutá-lo sem crowd, entre AMIGOS, com água quente, transparente, sem vento e com o mar ''glass''. A serenidade é absoluta. Estender esse momento até aos últimos raios de luz significa uma paz que a limitação das palavras me impede de descrever.

See you my friends!...



sábado, 20 de agosto de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Por puro prazer

Foto: Né Santelmo.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Para quem nunca quer ficar de fora

Depois de ter visto um já velho companheiro do mar da Arrifana com uma 5'2'' a apanhar toda e qualquer onda, mais mole ou de maior dimensão, confesso ter ficado fã do conceito...

5' 30'' fora da dimensão terrena

domingo, 31 de julho de 2011

Gone with the wind.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O mundo em caixas, rótulos e classificações... Não, obrigado!

O mundo é o lugar do sonho e da evasão. Da poética. Do livre pensamento. Do ser inteiro. Da razão e do seu contrário. De tudo. E de todos.

Sala do Catálogo da Biblioteca Geral, UC

Como na vida, a regra, suporte da excepção

Colégio das Artes, UC.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Noite em cheio com Morcheeba; ontem.

Conjugação perfeita da música e da voz com os efeitos cénicos de luz, cor, presença e sensualidade femininas.



segunda-feira, 25 de julho de 2011

Acima do chão, o que se queira

Metonímia do céu largo, da vastidão da luz quente que inunda todos os espaços, sem resistências.

Passos vagarosos nunca descansam

quinta-feira, 21 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Arquitecturas

Casa nas Marinhas; Alfredo Viana de Lima.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

domingo, 17 de julho de 2011

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Actualidade enviezada

Este espaço não me costuma servir para comentários como o que aqui deixo. Mas não resisto. O assunto é mais forte do que as minhas teclas. A vontade não lhe resiste. Nada em mim lhe resiste.
Portugal está em grande. As novidades engrandecem-no!
Tudo vai bem no melhor dos mundos, como com Cândido. Eis como Portugal vai sair da crise: a média das classificações dos exames de 12º ano rondou os 8 pontos a Português e 9 a matemática; no 9º ano, 43% dos alunos tiveram negativa na primeira disciplina e 58% alcançaram resultado idêntico na segunda. Melhor: os especialistas dizem que a maior exigência das provas terá condicionado os resultados, mas não explica tudo.
Onde está então a explicação? No buraco do ozono? Na Moody's? Na dminuição das vendas e nas falências do comércio a retalho? No encerramento do Jornal News of The World? No povoanento disperso do Alto Minho e no alto calor do Verão do Baixo Alentejo? Na falta de escoamento dos produtos de horto-fruticultura? Na falta de pescado das águas portuguesas? Na Batalha de Aljubarrota? Na Restauração da Independência? Ou simplesmente na peneira que não consegue tapar o sol?

Música do dia

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Nota para não Escrever

Se o conhecimento é uma forma de escrita, mesmo sem palavras, uma respiração calada, a narrativa que o silêncio faz de si mesmo, então não se deve escrever, nem mesmo admitindo que fazê-lo seria o reconhecimento do conhecimento. Pode escrever-se acerca do silêncio, porque é um modo de alcançá-lo, embora impertinente. Pode também escrever-se por asfixia, porque essa não é maneira de morrer. Pode escrever-se ainda por ilusão criminal: às vezes imagina-se que uma palavra conseguirá atingir mortalmente o mundo. A alegria de um assassinato enorme é legítima, se embebeda o espírito, libertando-o da melancolia da fraternidade universal. Mas se apesar de tudo se escrever, escreva-se sempre para estar só. A escrita afasta concretamente o mundo. Não é o melhor método, mas é um. Os outros requerem uma energia espiritual que suspeita do próprio uso da escrita, como a religiosidade suspeita da religião e o demonismo da demonologia. A escrita - inferior na ordem dos actos simbólicos - concilia-se mal com a metamorfose interior - finalidade e símbolo, ela mesma, da energia espiritual. O espírito tende a transformar o espírito, e transforma-o. O resultado é misterioso. O resultado da escrita, não.

Herberto Helder, in 'Photomaton & Vox'