
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Sentimento de casa
...e mais um dia em que as minhas quilhas cortaram a àgua.
“Eu acho que a vida é um minuto. O ser humano completamente desprezado, nasce e morre. Então o sujeito tem que olhar pro céu e sentir que é pequenino, que tem que ser modesto, que nada é importante. A vida é um sopro, um minuto.” (Oscar Niemeyer)
Aproveitá-la é um dever. Uma obrigação. E deveria ser também um desígnio.
“Eu acho que a vida é um minuto. O ser humano completamente desprezado, nasce e morre. Então o sujeito tem que olhar pro céu e sentir que é pequenino, que tem que ser modesto, que nada é importante. A vida é um sopro, um minuto.” (Oscar Niemeyer)
Aproveitá-la é um dever. Uma obrigação. E deveria ser também um desígnio.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
Boa disposição no trabalho, claro está!
Muito bem, Fernando, pelo magnífico registo de Siza em horas de bonomia.
Siza sings | Film by Fernando Guerra from últimas reportagens on Vimeo.
Parabéns Pedro!
Simplesmente notável! Pela nomeação para o MoMa, um abraço com amizade.
Entrevista completa em:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/gadanho-pedro-gadanho-nova-iorque-moma-curador-tvi24/1312457-4071.html
Entrevista completa em:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/gadanho-pedro-gadanho-nova-iorque-moma-curador-tvi24/1312457-4071.html
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Aforismos roubados
É necessário muito pouco para provocar um sorriso e basta um sorriso para tudo se tornar possível.
Gilbert Cesbron
Gilbert Cesbron
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
domingo, 1 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Momentos em que cabe o mundo inteiro
Cabedelo, hoje. E o regresso a casa totalmente iluminado por 25 minutos de absoluta beleza, acima da realidade. Keith Jarrett e a primeira parte do Köln Concert formaram o caminho por onde continuei a deixar-me deslizar, rejeitando a ideia mais óbvia de que um volante me ligava às rodas conduzidas pela A14. Simplesmente único. Indesmentivelmente pleno. Porque gosto de preencher a vida com poética.
http://www.youtube.com/watch?v=PHx1XJsVPHE

http://www.youtube.com/watch?v=PHx1XJsVPHE

domingo, 25 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Aforismos roubados
Um livro é um ouvido que se encosta à terra para ouvir o coração dos homens.
António Lobo Antunes
António Lobo Antunes
domingo, 11 de dezembro de 2011
103 anos.
"Não tenho pressa. Nunca tive pressa. É uma boa condição não ter pressa. Dura-se mais tempo."
As palavras são do próprio, Manoel de Oliveira, no exacto dia em que torna mais longa uma já longa existência. São em si uma lição de vida, de uma sabedoria imensa.
Neste blog cabe tudo, porque, tal como diz Oliveira do cinema, a sua "matéria-prima é a vida". Por isso aqui fica: parabéns ao cineasta, que foi atleta, aviador e piloto de automóveis: pelas palavras, pela data, pela longa carreira e por Aniki Bóbó - um filme maravilhoso.
As palavras são do próprio, Manoel de Oliveira, no exacto dia em que torna mais longa uma já longa existência. São em si uma lição de vida, de uma sabedoria imensa.
Neste blog cabe tudo, porque, tal como diz Oliveira do cinema, a sua "matéria-prima é a vida". Por isso aqui fica: parabéns ao cineasta, que foi atleta, aviador e piloto de automóveis: pelas palavras, pela data, pela longa carreira e por Aniki Bóbó - um filme maravilhoso.
Porque gosto de palavras e de quem as inventa
«A vida é uma busca contínua por um sentido, uma direcção, um encontro, e às vezes é tão difícil fazer entender o que o nosso coração dita ou anseia. Mas para mim, ainda que complexa, não se pode saltar essa pergunta, ou fazer como quando não se sabe uma adivinha - baixar os braços e conceder: «Desisto».
Pronto, admito que o amigo não tenha paciência para os meus gritos de alma, impróprios de quem já tem idade para ter juízo. Mas o que quer? Se bem se lembra, sou um Roberto Carlos que desafina, e que embora afirme que daqui em diante só vai gostar de quem dele gosta, no fundo sabe que não é assim, e porque ama, os seus sentimentos andam à deriva, o barco perde o leme e a vela, e, mesmo tendo uma bússula, a agulha hesita, faz troça, diverte-se e aponta para Sul.
Sabe, amigo, tantas vezes me apetece falar do que procuro, da busca incessante pelo que faz sentido. A demanda do amor límpido, seguro, sem hesitação ou medo. Encontro de almas, a tranquilidade de lagos ou de uma praia ao fim do dia, quando as gaivotas perdem medo dos homens que restam e vêm até à beira-mar molhar o pé. Parece simples, não é?
(...)
Desculpe lá o desabafo. Há momentos assim, em que por uma razão ou por outra nos zangamos um bocadinho, nos sentimos mais sós, ou menos bem compreendidos. Às vezes gostava tanto de ter fé. Não pela esperança do perdão ou da vida eterna, que isso para mim é o menos. Nada disso, pela coerência do sistema. Pela garantia de um rumo, a segurança de um caminho, pelo encaixe das peças, que centenas de anos a limar as arestas às almas dos homens (ocupação de monges, sábios e profetas) terão de produzir um credo sem falhas, e quando elas porventura existem, são cobertas pela nossa ignorância assumida, e se confia que quem nos deu tanta beleza para gerir deverá saber o que faz. A ignorância como forma de sabedoria, como a própria prova de uma inteligência universal. Não penso, logo, sou salvo. Sublime, porque a escravidão voluntária é a essência da relação amorosa.»
Vida em Mim, Nuno Lobo Antunes.
Pronto, admito que o amigo não tenha paciência para os meus gritos de alma, impróprios de quem já tem idade para ter juízo. Mas o que quer? Se bem se lembra, sou um Roberto Carlos que desafina, e que embora afirme que daqui em diante só vai gostar de quem dele gosta, no fundo sabe que não é assim, e porque ama, os seus sentimentos andam à deriva, o barco perde o leme e a vela, e, mesmo tendo uma bússula, a agulha hesita, faz troça, diverte-se e aponta para Sul.
Sabe, amigo, tantas vezes me apetece falar do que procuro, da busca incessante pelo que faz sentido. A demanda do amor límpido, seguro, sem hesitação ou medo. Encontro de almas, a tranquilidade de lagos ou de uma praia ao fim do dia, quando as gaivotas perdem medo dos homens que restam e vêm até à beira-mar molhar o pé. Parece simples, não é?
(...)
Desculpe lá o desabafo. Há momentos assim, em que por uma razão ou por outra nos zangamos um bocadinho, nos sentimos mais sós, ou menos bem compreendidos. Às vezes gostava tanto de ter fé. Não pela esperança do perdão ou da vida eterna, que isso para mim é o menos. Nada disso, pela coerência do sistema. Pela garantia de um rumo, a segurança de um caminho, pelo encaixe das peças, que centenas de anos a limar as arestas às almas dos homens (ocupação de monges, sábios e profetas) terão de produzir um credo sem falhas, e quando elas porventura existem, são cobertas pela nossa ignorância assumida, e se confia que quem nos deu tanta beleza para gerir deverá saber o que faz. A ignorância como forma de sabedoria, como a própria prova de uma inteligência universal. Não penso, logo, sou salvo. Sublime, porque a escravidão voluntária é a essência da relação amorosa.»
Vida em Mim, Nuno Lobo Antunes.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Porque gosto de publicidade
E, uma vez mais, a cidade e os seus espaços - o que parece ser o Bloco das Águas Livres, uma referência na arquitectura portuguesa do século XX - servem de cenário à encenação de momentos do quotidiano para comunicação de mensagens simples e breves. São ocupados com a intensidade da vida que suporta a venda dos sonhos de que a publicidade se alimenta, ao querer estar próxima da essência do sangue que nos corre nas veias ou dos sentimentos de que a pele é feita. O momento que fica é também para desfrutar, em 55 segundos.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Cultura urbana
"Coimbra precisa, essencialmente, de duas coisas, pelo menos. Precisa de ser uma cidade mais ousada, do ponto de vista cultural, mais dinâmica e mais criativa, com mais iniciativa, mas também precisa de deixar de fazer assentar o discurso na história, no passado. Em Coimbra, o passado ganha terreno ao presente e ao futuro. O que não acontece nas cidades dinâmicas e atractivas.
(...)
Do ponto de vista cultural, Coimbra tem uma tendência brutal para as comemorações, o que come terreno às iniciativas mais criativas.
(...)
Se não fizermos nada, nos proximos 20 anos Coimbra vai o seu lento deslizar a caminho do abismo."
Carlos Fortuna, sociólogo e especialista em cultura urbana.
(...)
Do ponto de vista cultural, Coimbra tem uma tendência brutal para as comemorações, o que come terreno às iniciativas mais criativas.
(...)
Se não fizermos nada, nos proximos 20 anos Coimbra vai o seu lento deslizar a caminho do abismo."
Carlos Fortuna, sociólogo e especialista em cultura urbana.
Uma semana que finda
Na minha vida, ao longo dos dias e também pela espaço imaterial da rede, navego por lugares incertos. Uma vezes à vista, outras sem antecipar mares, cabos, enseadas, ameaças ou abrigos, não representados em cartografia inexistente. É marear sem conhecer a rota, porque o caminho se constrói na descoberta. Viver é isso. O que vamos descobrir para lá de um rochedo por vezes está mais no domínio de outros do que no conhecimento que nos pertence. Afinal, a nossa existência não nos pertence totalmente e perde-se por outras mãos ou passos. Tréguas nesta incerteza. É assim que se mostra confortável olhar para a pausa de dois dias que marca o ciclo dos dias. E, com ela, descarrego um sem número de ocupações da mente que não pertence à suspensão do tempo semanal. Liberto-me de peso inútil: largo lastro, como a embarcação que carrega apenas o essencial. Decido, pois, dar folga à memória, como uma navegação que se suspende e equaciona, qual balanço de conta corrente: neste momento não lhe peço grandes combates. Razão que tão-só me obriga a dizer que descobri a frase abaixo na net - a autoria não recordo. Roubada ou não, parece pertencer ao que não se lança borda fora na indispensabilidade de sulcar a rota.
''(...) beijar-te a boca; deslizar pelo teu corpo, até ao mais quente e húmido dos teus segredos.''
''(...) beijar-te a boca; deslizar pelo teu corpo, até ao mais quente e húmido dos teus segredos.''
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Porque gosto de publicidade
Depois do mar, regresso à cidade, mas são ainda imagens do mar que me dominam.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Porque gosto de publicidade (em espaços urbanos)
Retenho a cidade como espaço de encontro, aproximação e cumplicidade quase infantil entre pessoas. Pessoas que cruzam olhares profundos como o que, no percurso pela rua, a rapariga oferece ao rapaz, num momento apenas breve no tempo que dura, mas intenso para além das horas.
O resto são improbabilidades para sorrisos breves. Ou, dito de outro modo, uma nota de humor, por Miguel C. G.
O resto são improbabilidades para sorrisos breves. Ou, dito de outro modo, uma nota de humor, por Miguel C. G.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Palavras
domingo, 4 de dezembro de 2011
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