segunda-feira, 5 de março de 2012

Uma foto banal

Todas as fotografias estão destinadas a fixar momentos.
E, neste caso, um instante que as palavras não captam cobre de luz e de irrealidade o chão que é anónimo.

sexta-feira, 2 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

Final de dia

FAUP através do telemóvel

Aqui, o pulsar da vida nunca pára.



A chegada das primeiras chuvas



Ouço Fernando Alves entre casa e o trabalho. Faz parte da rotina. E com a chegada das primeiras chuvas de 2012, chega, também, a história de uma música incrível - chega pela bela e maravilhosa prosa que enche diariamente o melhor momento da rádio portuguesa. Como mais ou menos tudo o que interessa, nasce de um acontecimento simples, de uma boa ideia e de um acaso. "Águas de Março", nisso, confirma a vida.

"Sérgio Jaguaribe, o bissexto que assina Jaguar, foi o Rangel do Pasquim. (...) Foi ele que criou o nome Pasquim e explicou que o nome desarmadilhava o sarcasmo dos inimigos. O nome esvaziava o ricochete do veneno. Ontem encontrei uma entrevista de Jaguar à TV Câmara. Uma entrevista dada em 2004. Ao longo da conversa, o cartoonista conta que, no auge do Pasquim, teve uma ideia: editar, com o jornal, um disco de bolso, um 45 rotações. De um lado do disco, surgiria um autor consagrado. Do outro, um desconhecido. O primeiro desconhecido lançado no Disco de Bolso do Pasquim foi João Bosco. Do lado A, Tom Jobim. Do lado B, João Bosco. Jaguar tinha ouvido João Bosco em Ouro Preto. Um amigo cartoonista falou-lhe desse rapaz que estudava engenharia e que "tocava barbaridades", canções com letras maravilhosas. João Bosco cantou no lado B. E no lado A? Ele explica que pediu a Tom Jobim uma canção. Uma semana depois Jobim ligou-lhe: "Pode vir cá a casa. Tenho a canção pronta". Assim nasceu uma maravilha chamada 'Águas de Março'."

Fernando Alves, in Sinais, TSF, ontem.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

"O Homem e o Mar"*


















"Homem livre, o oceano é um espelho fulgente
Que tu sempre hás-de amar.
(...)"

*Baudelaire, in As Flores do Mal

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

É vida... que a luz projecta

Para além da sombra















"Há muitas coisas que percebo que não sou, mas dizer exactamente o que sou não consigo. Tento, dia a dia, ganhar o título de ser uma pessoa. E já não é pouco."

José Luís Peixoto

sábado, 25 de fevereiro de 2012

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Tarde à parte...

...vivida no interior de momentos que este Inverno teima em colorir com tons improváveis. A temperatura não engana, mas o Verão continua a querer espreitar para além do seu tempo. E aqui se trocam palavras, esquecendo a nortada, que não cabe na luz que inunda o azul limpo do céu.






domingo, 12 de fevereiro de 2012

Cultura(s) urbana(s)

O que se diz por aí:

"as 'it girls' são um monstro de futilidade."

Ao ritmo da tábua...

...o mundo é mais feliz.

Tiago point

Lestada, hoje, no que ainda poderia ser um tranquilo secret spot por descobrir.
Numa 'praia perto de si', já não tão secreto como se desejava, mas, convidativo e cativante, este espaço aí está para desfrutar e viver - ao ritmo de uma onda ou envolvido por bom som, certamente com a simpatia e a afabilidade do Tiago.


Lisbon stories








quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Onde vão as sombras que caminham?

Gloriosa música do dia

O que se escreve por aí

"O mundo acabou. E não ficou nada. Nem certezas. Nem sombras. Nem as cinzas. Nem os gestos. Nem as palavras. Nem o amor. Nem o lume. Nem o céu. Nem os caminhos. Nem o passado. Nem as ideias. Nem o fumo. O mundo acabou. E não ficou nada. Nenhum sorriso. Nenhum pensamento. Nenhuma esperança. Nenhum consolo. Nenhum olhar."

José Luís Peixoto in Nenhum Olhar

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Dias apontados ao centro do Verão

Sobre a areia da praia

...o quê, nunca saberemos.

Momentos

...de reencontro com a essência do ser, da vida, do pensamento, das semsações, do olhar, dos cheiros, do ar, da água, da luz, da brisa, das cores, do azul, de todas das nuances de laranja, de tudo, do que vejo, do que sinto, do que sou, e, para além de mim, da inexcedível beleza que só a paragem do tempo pode descrever.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Um sol sem fim.

Para dar conforto às mãos e fazer sorrir o mundo, aquecendo-o.
Deus pensou na beleza singular que se abre luminosamente no centro do rosto feminino, quando criou esta magia que aquece, por fora e por dentro, a alma, os pensamentos e o olhar.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Vida urbana

Deambulando à solta; ao sair a porta, o sol.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012