segunda-feira, 26 de março de 2012

domingo, 25 de março de 2012

Porque gosto de publicidade



Gosto de publicidade. Gosto de quem faz muito com pouco. Muito conteúdo; pouco tempo. Mensagem clara e curto espaço. E gosto, sobretudo, de publicidade que faz da cidade o seu décor, o seu campo de acção. Que se serve dos ritmos e dinâmicas do quotidiano urbano para encenar o pequeno mundo que nos é oferecido como objecto de maior ou menor sonho. Não há publicidade sem dimensão onírica e sem proximidade com a vida, com o que imaginamos, sentimos ou queremos. Gosto da vida que se espalha por ruas, recantos, interiores, e se desloca com pessoas, pelos espaços que habitam - gosto que a publicidade a capte e no-la ofereça. O que seriam estas imagens sem a cidade por trás? ...mas essa é apenas uma das das perguntas possíveis. Ultrapasso-a e à cidade. Não há cidade sem pessoas - já se sabe - e a cidade só faz sentido com pessoas felizes. Acima de tudo, o que seriam estas imagens sem o poder do beijo?

sexta-feira, 23 de março de 2012

quarta-feira, 21 de março de 2012

Para além da Primavera

...sobretudo para além da Primavera.

terça-feira, 20 de março de 2012

Paredes de vida

Na dobra dos dias e das estações

O inverno cobre minha cabeça, mas uma eterna primavera vive em meu coração.

Victor Hugo

segunda-feira, 19 de março de 2012

Segunda-feira

Sexta-feira é véspera de fim-de-semana e, por isso, é um dia diferente. Sábados e domingos são dias diferentes. Terças, quartas e quintas são dias próprios em que acontecem coisas próprias de acontecer às terças, quartas e quintas. As segundas-feiras são dias correntes, anónimos. São todos os dias.

José Luís Peixoto, in Cemitério de Pianos

quarta-feira, 14 de março de 2012

sexta-feira, 9 de março de 2012

Concertos à quinta

Elisa Rodrigues com o enorme Senhor António Zambujo, ontem, no Gil Vicente. Para além do real!


segunda-feira, 5 de março de 2012

Quotidianos

Que descanso esperam os passos que camninham?

Uma foto banal

Todas as fotografias estão destinadas a fixar momentos.
E, neste caso, um instante que as palavras não captam cobre de luz e de irrealidade o chão que é anónimo.

sexta-feira, 2 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

Final de dia

FAUP através do telemóvel

Aqui, o pulsar da vida nunca pára.



A chegada das primeiras chuvas



Ouço Fernando Alves entre casa e o trabalho. Faz parte da rotina. E com a chegada das primeiras chuvas de 2012, chega, também, a história de uma música incrível - chega pela bela e maravilhosa prosa que enche diariamente o melhor momento da rádio portuguesa. Como mais ou menos tudo o que interessa, nasce de um acontecimento simples, de uma boa ideia e de um acaso. "Águas de Março", nisso, confirma a vida.

"Sérgio Jaguaribe, o bissexto que assina Jaguar, foi o Rangel do Pasquim. (...) Foi ele que criou o nome Pasquim e explicou que o nome desarmadilhava o sarcasmo dos inimigos. O nome esvaziava o ricochete do veneno. Ontem encontrei uma entrevista de Jaguar à TV Câmara. Uma entrevista dada em 2004. Ao longo da conversa, o cartoonista conta que, no auge do Pasquim, teve uma ideia: editar, com o jornal, um disco de bolso, um 45 rotações. De um lado do disco, surgiria um autor consagrado. Do outro, um desconhecido. O primeiro desconhecido lançado no Disco de Bolso do Pasquim foi João Bosco. Do lado A, Tom Jobim. Do lado B, João Bosco. Jaguar tinha ouvido João Bosco em Ouro Preto. Um amigo cartoonista falou-lhe desse rapaz que estudava engenharia e que "tocava barbaridades", canções com letras maravilhosas. João Bosco cantou no lado B. E no lado A? Ele explica que pediu a Tom Jobim uma canção. Uma semana depois Jobim ligou-lhe: "Pode vir cá a casa. Tenho a canção pronta". Assim nasceu uma maravilha chamada 'Águas de Março'."

Fernando Alves, in Sinais, TSF, ontem.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

"O Homem e o Mar"*


















"Homem livre, o oceano é um espelho fulgente
Que tu sempre hás-de amar.
(...)"

*Baudelaire, in As Flores do Mal

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

É vida... que a luz projecta

Para além da sombra















"Há muitas coisas que percebo que não sou, mas dizer exactamente o que sou não consigo. Tento, dia a dia, ganhar o título de ser uma pessoa. E já não é pouco."

José Luís Peixoto

sábado, 25 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A razão encontra-se...

...nas ondas que deslizam!