terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
Porque gosto de publicidade
Gosto de publicidade. Gosto de quem faz muito com pouco. Muito conteúdo; pouco tempo. Mensagem clara e curto espaço. E gosto, sobretudo, de publicidade que faz da cidade o seu décor, o seu campo de acção. Que se serve dos ritmos e dinâmicas do quotidiano urbano para encenar o pequeno mundo que nos é oferecido como objecto de maior ou menor sonho. Não há publicidade sem dimensão onírica e sem proximidade com a vida, com o que imaginamos, sentimos ou queremos. Gosto da vida que se espalha por ruas, recantos, interiores, e se desloca com pessoas, pelos espaços que habitam - gosto que a publicidade a capte e no-la ofereça. O que seriam estas imagens sem a cidade por trás? ...mas essa é apenas uma das das perguntas possíveis. Ultrapasso-a e à cidade. Não há cidade sem pessoas - já se sabe - e a cidade só faz sentido com pessoas felizes. Acima de tudo, o que seriam estas imagens sem o poder do beijo?
sexta-feira, 23 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Na dobra dos dias e das estações
O inverno cobre minha cabeça, mas uma eterna primavera vive em meu coração.
Victor Hugo
Victor Hugo
segunda-feira, 19 de março de 2012
Segunda-feira
Sexta-feira é véspera de fim-de-semana e, por isso, é um dia diferente. Sábados e domingos são dias diferentes. Terças, quartas e quintas são dias próprios em que acontecem coisas próprias de acontecer às terças, quartas e quintas. As segundas-feiras são dias correntes, anónimos. São todos os dias.
José Luís Peixoto, in Cemitério de Pianos
José Luís Peixoto, in Cemitério de Pianos
domingo, 18 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Uma foto banal
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
A chegada das primeiras chuvas
Ouço Fernando Alves entre casa e o trabalho. Faz parte da rotina. E com a chegada das primeiras chuvas de 2012, chega, também, a história de uma música incrível - chega pela bela e maravilhosa prosa que enche diariamente o melhor momento da rádio portuguesa. Como mais ou menos tudo o que interessa, nasce de um acontecimento simples, de uma boa ideia e de um acaso. "Águas de Março", nisso, confirma a vida.
"Sérgio Jaguaribe, o bissexto que assina Jaguar, foi o Rangel do Pasquim. (...) Foi ele que criou o nome Pasquim e explicou que o nome desarmadilhava o sarcasmo dos inimigos. O nome esvaziava o ricochete do veneno. Ontem encontrei uma entrevista de Jaguar à TV Câmara. Uma entrevista dada em 2004. Ao longo da conversa, o cartoonista conta que, no auge do Pasquim, teve uma ideia: editar, com o jornal, um disco de bolso, um 45 rotações. De um lado do disco, surgiria um autor consagrado. Do outro, um desconhecido. O primeiro desconhecido lançado no Disco de Bolso do Pasquim foi João Bosco. Do lado A, Tom Jobim. Do lado B, João Bosco. Jaguar tinha ouvido João Bosco em Ouro Preto. Um amigo cartoonista falou-lhe desse rapaz que estudava engenharia e que "tocava barbaridades", canções com letras maravilhosas. João Bosco cantou no lado B. E no lado A? Ele explica que pediu a Tom Jobim uma canção. Uma semana depois Jobim ligou-lhe: "Pode vir cá a casa. Tenho a canção pronta". Assim nasceu uma maravilha chamada 'Águas de Março'."
Fernando Alves, in Sinais, TSF, ontem.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
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