quinta-feira, 12 de abril de 2012

Ainda há romance na cidade

Aforismos roubados

God created paper for the purpose of drawing architecture on it. Everything else is at least for me an abuse of paper.

Alvar Aalto

Intouchables

Tocante e belo.

sábado, 7 de abril de 2012

terça-feira, 3 de abril de 2012

A cidade, espaço de cor

Sem parar!






"(...)
Cuidado, companheiro!
A vida é pra valer
E não se engane não, tem uma só
Duas mesmo que é bom
Ninguém vai me dizer que tem
Sem provar muito bem provado
Com certidão passada em cartório do céu
E assinado embaixo: Deus
E com firma reconhecida!
A vida não é brincadeira, amigo
(...)"

Vinicius de Morais, Samba da Benção

Equívocos



segunda-feira, 2 de abril de 2012

Momentos de MAGIA


Já publiquei estas palavras. Que interessa? Nunca se esgotam. Perduram. Deixá-las-ei aqui uma e outra e mais uma vez. O tempo passado na água é determinado por experiências únicas. O filme explica-as com clareza total. E, nesse universo outro, há um tempo dentro do tempo que se destaca. Poucos momentos têm a magia do instante em que a prancha é arrancada ao movimento dos braços pelo poder de projecção da onda que começa e partir. Esse instante, em que começamos a deslizar pela parede lisa da água do mar, fica-nos sempre na retina, na memória, após cada onda bem sucedida, como um encontro com a simplicidade absoluta. É tão curto, tão raro, mas tão intenso, que guarda o valor da essência das coisas, do ponto a partir do qual deixam de existir e, por isso mesmo, pela fragilidade breve do momento em que são sentidas, em que nos assaltam, são as melhores - como acontece sempre com a doce mas vigorosa energia que se liberta de um especial, único, singular e inexplicável encontro de olhares: na rapidez mais absoluta, dura a eternidade de uma vida.

domingo, 1 de abril de 2012

Imagens quase banais
























É um tempo que já não habita o presente, aquele que a imagem fixa. Que momentos e movimentos se gravam em cada marca de abandono que se espalha por paredes e permanece pelo chão?

Como as pessoas, as casas retêm aqueles que as habitaram - estão em cada esquina ou dobra do espaço.
A vida permanece para além dos seus momentos mais evidentes.

Música do dia




Uma confortável e bela companhia, em antena na Smooth, enquanto deslizo pela A14 em mais uma manhã de domingo que me leva até ao mar.

Quando os objectos tinham vida

FAUP 8h10

Até já...


Porto 8h00

Entre casa e o trabalho.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Ainda há romance na cidade

Modos de vida

Shame

...pick up...pick up the phone... it's me!... Brandon?!!! Brandon?!!!

Perturbador: desapegado; rotineiro; obstinado; viciado; obsessivo; compulsivo; doentio. A vida no limite e num deserto de emoções. Mas, no final, há sempre uma saída e possibilidade de redenção.




Quando os objectos (de culto) tinham vida













terça-feira, 27 de março de 2012

segunda-feira, 26 de março de 2012

domingo, 25 de março de 2012

Porque gosto de publicidade



Gosto de publicidade. Gosto de quem faz muito com pouco. Muito conteúdo; pouco tempo. Mensagem clara e curto espaço. E gosto, sobretudo, de publicidade que faz da cidade o seu décor, o seu campo de acção. Que se serve dos ritmos e dinâmicas do quotidiano urbano para encenar o pequeno mundo que nos é oferecido como objecto de maior ou menor sonho. Não há publicidade sem dimensão onírica e sem proximidade com a vida, com o que imaginamos, sentimos ou queremos. Gosto da vida que se espalha por ruas, recantos, interiores, e se desloca com pessoas, pelos espaços que habitam - gosto que a publicidade a capte e no-la ofereça. O que seriam estas imagens sem a cidade por trás? ...mas essa é apenas uma das das perguntas possíveis. Ultrapasso-a e à cidade. Não há cidade sem pessoas - já se sabe - e a cidade só faz sentido com pessoas felizes. Acima de tudo, o que seriam estas imagens sem o poder do beijo?

sexta-feira, 23 de março de 2012

quarta-feira, 21 de março de 2012

Para além da Primavera

...sobretudo para além da Primavera.

terça-feira, 20 de março de 2012

Paredes de vida

Na dobra dos dias e das estações

O inverno cobre minha cabeça, mas uma eterna primavera vive em meu coração.

Victor Hugo

segunda-feira, 19 de março de 2012

Segunda-feira

Sexta-feira é véspera de fim-de-semana e, por isso, é um dia diferente. Sábados e domingos são dias diferentes. Terças, quartas e quintas são dias próprios em que acontecem coisas próprias de acontecer às terças, quartas e quintas. As segundas-feiras são dias correntes, anónimos. São todos os dias.

José Luís Peixoto, in Cemitério de Pianos