sábado, 22 de setembro de 2012

Outono

Outono é outra primavera, cada folha uma flor.

Albert Camus

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

E hoje o dia terminou com cores de irrealidade no horizonte...

...no mar, mais um pôr-do-sol de absoluto laranja e indizível beleza.

Projectos

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A reunião, espaço da memória

...ou do concreto

A Rua da Estrada

Na estrada tudo se vende, tudo se compra. Os significados acumulam-se no limite da faixa de rodagem, desde que a vida se mudou para a margem do asfalto. É uma visão caleidoscópica, um retrato de um país e das suas gentes, aquele que se capta, em movimento, ao volante. Não é rua nem estrada, será um transgénico, proscrito pelos defensores da rua da cidade tradicional e maldito pelos que vociferam contra a diminuição da velocidade de circulação - imposta pela vida que se acumula e movimenta ao longo dos quilómetros. Mas existe.
Depois do livro de Álvaro Domingues e do seu inteligente e poético olhar sobre o povoamento que se vai amarrando aos eixos de circulação, o filme.

Momentos Vespa



domingo, 16 de setembro de 2012

Self Portrait

Há muitas coisas que percebo que não sou, mas dizer exactamente o que sou não consigo. Tento, dia a dia, ganhar o título de ser uma pessoa. E já não é pouco.

José Luís Peixoto




Burlesco?... ou... o que se ouve por AÍ.

A cidade como espaço de cidadania.

Coimbra, hoje.



sexta-feira, 14 de setembro de 2012

...agora.

Há sempre um céu intenso, mesmo quando as estrelas se deslocam para Sul. Que a mais luminosa de todas, a Polar, lhes brilhe no caminho.

Momentos Vespa

Work in progress

Faup, hoje.

...hoje...

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Vida urbana

São filhos da cidade. Herdeiros da rua. Miúdos das praças. Da beira-rio. Não no sentido de abandono, que não mostram sinais de vidas erráticas. A cidade, sim, é o o seu espaço de convívio e usam-na intensamente, com a alegria das amizades que se constróem nas cumplicidades mais intensas, nas aventuras mais ousadas.
Na rua se cruzam e ligam, se desafiam e aplaudem. Na rua se fazem homens, com a riqueza e a espessura  que o quotidiano urbano oferece. Na rua escapam ao calor de tardes de sol. Na rua descobrem o prazer dos banhos no rio. Na ponte encontram o estímulo para quebrar medos, para se superar e mostrar a quem passa que a coragem está do lado deles. Fazem-no com mestria e uma dignidade que impressiona os estranhos, até porque alguns deles contrastam com a dimensão da enorme valentia com que exibem a audácia. Um pouco de vaidade, é verdade, que merecem na totalidade e lhes assenta com propriedade.
Alguns de nós desejariam estar na sua pele, mas recusam desafiar-se. Excepção a poucos turistas de pasagem pelo Porto, que, contudo, só acentuam a fidalguia desses miúdos que fazem os 14 metros que distanciam a ponte Luiz I do rio Douro parecer pequenos. De pouca importância.