terça-feira, 31 de julho de 2012

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Gone Surfing... see you soon. For sure!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

"Enquanto houver ventos e mares, a gente não vai parar..."

A noite passada, em concerto: Jorge Palma, arrebatadoramente cativante, inexcedível, brutal, gigante, inundando o ar com a insuperável beleza das suas letras e o sensível poder da música que lhe sai da alma.

Porque gosto de publicidade

...e porque é mesmo o Verão que chama. Grita alto pela partida.

Com o ar na cara - momentos Vespa







quarta-feira, 25 de julho de 2012

O som que gira por aqui

Ode Marítima de Álvaro de Campos, por Diogo Infante, esta noite na Quinta das Lágrimas: sublime!



(...) No mar, no mar, no mar, no mar,
Eh! pôr no mar, no vento, às vagas,
A minha vida!
Salgar de espuma arremessada pelos ventos
Meu paladar das grandes viagens.
Fustigar de água chicoteante as carnes da minha aventura,
Repousar de frios oceânicos os ossos da minha existência,
Flagelar, cortar, engelhar de ventos, espumas, de sóis,
Meu ser ciclónico e oceânico. (...)

Álvaro de Campos

terça-feira, 24 de julho de 2012

Porque gosto de publicidade

"It might be our network but it's your playground"... It's really my playground.

A cidade como media

À noite, a praia também vive

Entre a cidade e o inesperado

A cidade é um cenário inesperado. A vida, um contexto não antecipável. As pessoas, imprevisíveis. O acaso habita por todas as dobras e recantos impercepíveis do tempo que se desenrola com gente por dentro. Por entre todo o improgramável, a poética e a beleza, a mais verdadeira de todas as realidades e a mais essencial que habita a vida, ocupam a cidade à prova de todas forças, contra todas as ameaças, reordenando o mundo com a lógica de não poder ser outra.

Rich Lam, Getty Images, Vancouver, 2011

Retalhos de vida na cidade

Les amoureux de La Bastille, Willy Ronis, 1957.

Com os pés de volta à areia

quinta-feira, 19 de julho de 2012

DIA BOM

Com a  mesma calma, paz, placidez e tranquilidade de uma bela manhã de domingo, que apenas espera que a felicidade permaneça por perto e preencha cada parte do interior corporal e mental a que se chama verdadeira e única casa.

Sunday morning, Robert Doisneau, 1945

terça-feira, 17 de julho de 2012

Imagem do dia - ou fotografias de sempre

O Beijo do Hotel de Ville, Robert Doisneau, , Paris, 1950.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A vida, numa imagem

...o final de tarde tem cores que as palavras não conhecem.

Palavras icónicas

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Porque gosto de publicidade

Pedaços de textos roubados

"Um homem chegou aos quarenta anos e assumiu a tristeza de nao ter um filho. Chamava-se Crisóstomo. Estava sozinho, os seus amores haviam falhado e sentia que tudo lhe faltava pela metade, como se tivesse apenas metade dos olhos, metade do peito e metade das pernas, metade da casa e dos talheres, metade dos dias, metade das palavras para se explicar às pessoas."

"Olhava para os seus livros e sabia que nenhum tinha a intensidade do que vira. Vira o peito da mulher"

"O toque de alguém, dizia ele, é o verdadeiro lado de cá da pele. Quem não é tocado não se cobre nunca, anda como nu. De ossos à mostra. E amar uma pessoa é o destino do mundo."

valter hugo mãe - filho de mil homens

Imagem do dia - resistência absoluta.

Bem do fundo do baú

O contacto com os Verve surgiu inesperada e fortuitamente quando por um absoluto acaso me vi envolvido numa realização festiva, de rua, em Roma, por alturas do Natal. Bittersweet Synphony enchia a cidade e coloria o ar. Passados uns 15 anos o som é o mesmo: enche o espaço e dá cor ao tempo. Algo só ao alcance dos sons maiores.

Ready... Set... or GO?

Do it or what?

quinta-feira, 12 de julho de 2012

50 anos de músicas e concertos

Imagem do dia - com a poética de outros tempos (e de outra idade)

Música do dia

Dia 19, às 22hh00, em Cascais. Isto, SIM - para além de todo o ruído que nesta altura assalta o país sob a apelativa e comercialmente eficaz etiqueta de Festival. r&b, hip-hop e soul, bem como ritmos de jazz, trarão Erykah Badu a fazer estreia em Portugal, no Cascais Music Festival.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Porque gosto de publicidade

Mais uma vez, é o cenário vivido com pessoas por dentro que me chama. É o olhar, o gesticular, o passo, a emoção - ainda que produzida para o filme - que me convocam e deixam preso aos poucos minutos que duram as imagens. São curtos, mas gosto que o sejam. Gosto que a intensidade suba ao máximo, com uma contenção de meios e discursiva que me agarra e fascina. Afinal de contas, tudo que é verdadeiramente importante é compreensível pela boa publicidade: com pouco tempo vive na eternidade com que é percepcionado e guardado. Por isso, gosto tanto de publicidade. Pelo modo sublime como se cola à vida, encenando-a na perfeição. Com beleza. Vive o Momento. Now. O presente é o teu momento. faz por isso!

Voilá

Icónica ou apenas de fácil condução por entre carros, semáforos e paragens, na verdade mostra-se divertida e as deslocações ganham uma outra cor e som: a cidade está próxima e as pessoas, ao alcance, acompanham-me nas curtas viagens. É conduzir - mais do que conduzir, estar - por dentro da vida.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Música do dia, com a cidade por trás

Todo o universo é feminino

O espaço pertence-lhe. Que se desloque, caminhe, balanceie, rodopie, pise com cuidado e quase levitando, gesticule, olhe com a certeza da precisão mas com leveza, sorria como se a energia fosse silenciosa ou ria como se o sol explodisse em raios de luz e cor, ou simplesmente páre. Permaneça. A prioridade pertence-lhe - que a cuide como melhor sabe fazer. E faz sempre bem.

Bens raros

A cidade também é espaço de Exaltação - o poder da música

Sting no EdpJazzfest.
Cortesia: Ana Salgueiro

Coimbra mediatizada - o poder, não da pop, mas do marketing

Madonna, MDNA Tour

Landscape and relaxing time

Cool - espaço e composição

Ao deixar para trás a cidade como companhia do jantar - uma bela imagem de boas vindas ou de até já.

Summertime

Looking at you...

Marcas de um tempo já submerso


Cidade em festa


Le prénom

Inequivocamente recomendável. Um eterno e cíclico retorno, apesar de todas as inconveniências, palavras desajustadas, confrontos mal encaixados. Porque, acima de tudo, é a vida - a sua substância, significado e matéria - que sempre emerge por entre as brechas! A ver, sem qualquer tipo de falta!

As sobreposições do tempo





quarta-feira, 4 de julho de 2012

Porque gosto de publicidade

FIM

Em modo de abandono da 4.2 H. Missão cumprida
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