sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Scooter(ing)

A cidade, o scooter e a mulher. A sensualidade desta, intensificada pela segunda, nos espaços que a reforçam.

sábado, 10 de novembro de 2012

Música do dia - 50 anos!

Obrigado Tom, Obrigado Vinicius e, obviamente, Obrigado Heloísa.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

domingo, 4 de novembro de 2012

Escrito na pedra

Música do dia (em modo cinematográfico ou quase chuvoso)

...a melancolia dos sons espelha o cinzento que, lá fora, dá cor à cidade. A recompensa, em verbo improvável: "sofazar".

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Uma hora (e pouco) no Mercado

Mercado de Vila da Feira, Fernando Távora, 1953.


Távora, 18h00

Convento das Irmãs de Calais, ao cair do pano dos dias que vão sendo cada vez mais o espaço da noite.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A cidade num novo despertar

No dia em que a hora muda, o sol desperta (de novo) e parece querer desafiar o movimento dos dias que encolhem. E eis que, com a luz que preenche o espaço, renasce a alma do mundo. E das pessoas, que voltam a habitar no exterior.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

E assim vai o tempo presente

Façam macumba, realizem feitiço, lancem cartas, dediquem-se a bruxaria, invertam o curso da história, façam os computadores crashar, bloqueiem a internet e o tráfego aéreo, rebentem com os modelos matemáticos de previsão da meteorologia, mas parem com isto! Cancelem a chuva! É pedir muito?

...de qualquer modo, no meio de tudo, é uma grande música. Para ficar a ouvir. E desfrutar.


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A realidade em cores de Wenders

Demasido complexo. Há mundo desse modo. Oculto, não revelado. Essa vida esconde-se? Disfarça-se? Não se mostra na totalidade, é certo! Nem se faz entender. Num jogo de palavras e imagens, desafia o tempo e o entendimento. E ela - a vida - move-se ao lado deste - do tempo -, acompanhada. Melhor seria que assomasse à janela e se mostrasse, completa, total. Como o sol que nasce todas as manhãs, só para fazer vibrar os dias. O que seria se também este se mantivesse atrás de imagens que o representassem ou de palavras que o codificassem? Poderia o dia nascer a partir de uma fotografia dos raios solares ou de uma frase que os descrevesse? Impossível!

Aforismos roubados

Penso que a arquitectura é uma questão de transformação. Transformação de todas as situações adversas em condições favoráveis.

Balkrishna Doshi (1927), arquitecto indiano

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Música do dia

Estradas percorridas?
O território, ilimitado, como cenário?
Tudo tragicamente desolador: as pessoas, as relações humanas, as vidas, a paisagem, os ambientes?
Sim, comprovadamente.
Mas a música é imensa. E, por entre as imagens, a poética sobrevive a tudo isso. Como a diferente realidade da vida. Pacificadora.




terça-feira, 23 de outubro de 2012

Sempre presente, como companhia

Acordava a meio da noite com a certeza do mar a chamar-me através das persianas fechadas, voltava a cabeça na direcção da janela e sentia-o a olhar para mim conforme o som dos pinheiros a olhar para mim (...).

António Lobo Antunes, in Não é meia Noite Quem Quer

Continuamente, em movimento, sem paragem

O exercício deliberado da escolha - tomada de decisões - é a actividade central da existência. Quanto mais um organismo vê multiplicarem-se as ocasiões de exercer uma escolha, mais alto se coloca na hierarquia da vida (...). Estar vivo é tomar decisões.

Hassan Fathy (1900-1989), arquitecto egípcio


Da prateleira para casa, o último Ben Harper

...com o título homónimo.


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Fantasias...

...ou o destino (do país).