sábado, 2 de fevereiro de 2013
Debaixo do sol, a vida
Após semanas de desaparecimento, depois de terem sido vistos por outras paragens mais distantes, os dias brilhantes voltaram e, com eles, regressa a face solar da cidade e da vida. E tudo parece ser melhor. Espera-se que o mar largue a sua zanga, birra ou estados de alma.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
My Work
Edifício da Couraça de Lisboa, em Coimbra, no site de arquitectura Europaconcorsi.
http://europaconcorsi.com/projects/220708-Edif-cio-da-Coura-a-de-Lisboa
http://europaconcorsi.com/projects/220708-Edif-cio-da-Coura-a-de-Lisboa
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
My work
Campo de Santa Cruz, em Coimbra, no site de arquitectura archdaily.
http://www.archdaily.com/316728/santa-cruz-field-jose-cabral-dias-luis-miguel-correia/
http://www.archdaily.com/316728/santa-cruz-field-jose-cabral-dias-luis-miguel-correia/
Hitchcock de novo
Vertigo, de 1958, recentemente eleito o melhor filme de todos os tempos pela revista Sight and Sound - publicação do British Film Institute - regressou às salas em versão restaurada. IMPERDÍVEL
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Receita de Ano Novo
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de Andrade, Receita de Ano Novo
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Aforismos roubados
A liberdade é uma planta que cresce depressa, quando ganha raízes.
George Washington, in Discursos.
George Washington, in Discursos.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
domingo, 23 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Aforismos roubados
(...) Diante da vida, somos inocentes. Existe uma forma de inocência em cada um de nós na maneira como abordamos as nossas vidas.
Philip Roth
Philip Roth
domingo, 16 de dezembro de 2012
Porque gosto de publicidade
Uma mensagem simples, transmitida com a força do talento e da criatividade de que as imagens se moldam. Porque a publicidade é mágica. E fala do Natal com magia. Com simplicidade. A magia e a simplicidade que o Natal é em si mesmo.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
12.12.12
Quando uma professora de História da Arquitectura, um professor de Desenho, um professor de Construção, uma funcionária dos Serviços de Comunicação e um funcionário dos Serviços Académicos tomam conta da flauta transversal, da guitarra, da bateria, do clarinete e do microfone, a música ocupa o espaço e o tempo. É assim o Natal na FAUP. São assim as festas na Escola.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Esta noite no TAGV, Jorge Palma, ENORME
(...)
Se eu fosse compositor
Compunha em teu louvor
Um hino triunfal
Se eu fosse critico de arte
Havia de declarar-te
Obra prima á escala mundial
Mas não passo de um homem vulgar
Que tem a sorte de saborear
Esse teu passo inseguro e o paraíso no teu olhar.
Jorge Palma, Dá-me Lume
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Na arquitectura como na vida, um percurso com nome Beleza
“O importante pra nós em todos os sentidos é a liberdade. Tem que haver fantasia, tem que haver uma solução diferente. Isso é que é importante na arquitetura. O que vai ficar da arquitetura, o que ficou, não foram as pequenas casas, muito bem tratadas... Foram as catedrais, foram as "voutes", foram os grandes balanços, né?
Beleza é importante. Você vê as pirâmides... uma coisa sem menor sentido, mas são tão bonitas, são tão monumentais que a gente esquece a razão das pirâmides e se admira, né? Se você ficar preocupado só com a função, fica uma merda.”
Oscar Niemeyer, A Vida é um Sopro
Beleza é importante. Você vê as pirâmides... uma coisa sem menor sentido, mas são tão bonitas, são tão monumentais que a gente esquece a razão das pirâmides e se admira, né? Se você ficar preocupado só com a função, fica uma merda.”
Oscar Niemeyer, A Vida é um Sopro
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
My Work
Olhando em volta, vendo, prescrutando. Descobrindo o sentido em redor. A imobilização nos outros olhos, que, por detrás da lente, fixavam a irreverência atraída pelos detalhes - descobertos na espessura da vida.
Foto: FG+SG
Foto: FG+SG
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
O Princípio de Habitar
Corpo num horizonte de água,
corpo aberto
à lenta embriaguez dos dedos,
corpo defendido
pelo fulgor das maçãs,
rendido de colina em colina,
corpo amorosamente humedecido
pelo sol dócil da língua.
Corpo com gosto a erva rasa
de secreto jardim,
corpo onde entro em casa,
corpo onde me deito
para sugar o silêncio,
ouvir
o rumor das espigas,
respirar
a doçura escuríssima das silvas.
Corpo de mil bocas,
e todas fulvas de alegria,
todas para sorver,
todas para morder até que um grito
irrompa das entranhas,
e suba às torres,
e suplique um punhal.
Corpo para entregar às lágrimas.
Corpo para morrer.
Corpo para beber até ao fim -
meu oceano breve
e branco,
minha secreta embarcação,
meu vento favorável,
minha vária, sempre incerta
navegação.
Eugénio de Andrade, Corpo Habitado
corpo aberto
à lenta embriaguez dos dedos,
corpo defendido
pelo fulgor das maçãs,
rendido de colina em colina,
corpo amorosamente humedecido
pelo sol dócil da língua.
Corpo com gosto a erva rasa
de secreto jardim,
corpo onde entro em casa,
corpo onde me deito
para sugar o silêncio,
ouvir
o rumor das espigas,
respirar
a doçura escuríssima das silvas.
Corpo de mil bocas,
e todas fulvas de alegria,
todas para sorver,
todas para morder até que um grito
irrompa das entranhas,
e suba às torres,
e suplique um punhal.
Corpo para entregar às lágrimas.
Corpo para morrer.
Corpo para beber até ao fim -
meu oceano breve
e branco,
minha secreta embarcação,
meu vento favorável,
minha vária, sempre incerta
navegação.
Eugénio de Andrade, Corpo Habitado
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Scooter(ing)
A cidade, o scooter e a mulher. A sensualidade desta, intensificada pela segunda, nos espaços que a reforçam.
sábado, 10 de novembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
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