quarta-feira, 9 de outubro de 2013

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Peniche de novo

A partir de amanhã, as ondas de Peniche voltam a partir.


Sons que marcam a manhã


Dia Mundial




ARQUITECTURA




 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Música do dia

Um contributo matinal de Miguel Esteves Cardoso - em antena, no começo do dia e da actividade mental.


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Em Porto seguro


Em modo musical

Para lá das notas, do som e da voz. Soa bem.


Relax (no feminino)

A cidade é tudo o que nela acontece. Sobre a relva, em duas rodas, num qualquer parque, debaixo do sol, com o dia a ser. A tarde é. É fantástica por entre a riqueza da vida, sempre inesperada e não programa. Por entre as diversas camadas e dobras do espaço que se organiza e cruza por entre as pessoas. Com as pessoas. Nas pessoas.


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Hoje está de música...

...à espera que deixe de estar de chuva. Come shine obviously.


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

No tempo que deixo para trás

Noutras paragens, noutras ruas de cidade, noutras latitudes. A Norte. Sem o perder. Mas a perder o sol. Nem sempre o tempo está de feição, a favor ou amigável. Amável. O mar fica para trás e os ventos são menos auspiciosos. Mas a vida também acontece fora das rotas habituais. E a arquitectura também. Por vezes de modo irónico, quando os elementos se zangam. Assim é com o Serpentine Pavillion 2013. A verdade é que em Londres chove no Verão. A verdade é que por ali o céu se abre, sobretudo em Outubro, quando a festa acabar e tudo se desmontar. Chove em Outubro e chove em Setembro. Sem atrasos, como cá pelo Sul. Onde tudo se comporta de um outro modo, agora que a nortada se foi. E a chuva ainda vai parando. E o mar está sempre ao virar da esquina. Disponível. Também na cidade. Nem todos os nortes são iguais. Gosto que seja assim. E de contrastes. E de Hyde Park, mesmo com a relva molhada e o verde mais intenso. Até com chuva. Até quando as gotas rompem as boas maneiras e vêm parar perto do meu café, na mesa para onde nào foram convidadas. Ainda que as deixe para trás. Intrusas. A verdade é que há tanta beleza no pavilhão como na chuva que rompe a desmaterialização da estrutura e do volume de cor branca.




sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Agora...

..no disco que se movimenta em círculos e ocupa o ar da tarde.

Hoje

Por causa da chuva, o dia acordou e continua cinzento.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

In between

Entre a paixão de duas portuguesas, revelada sob a forma A Portuguese Love Affair para ser descoberto por londrinos em pedaços de Portugal e dos seus maravilhosos produtos e sabores; e uns habitantes indecisos quanto à natureza dos números inteiros. Tudo é possível nas feiras de domingo, numa manhã pela cidade. Até falar português - Demoradamente. Boa sorte para essa aventura e que o português se conserve vivo em Columbia Road.


Entre o Candelabro e a Taxca

Roteiros nocturnos. Entre o dia que deixa de ser e a noite que se assume, quer ser e permanece. Ali para os lados da cidade que não pára de mexer, renovando-se e abrindo-se a descobertas. Descobrindo novas gentes e espaços. Deixando permanecer com a calma de um final de dia, experimentado devagar por entre a rotina que se vai desvanecendo e um banco de rua que se instala em mim. Para que o copo de vinho branco respire e viva, anunciando a descida para a larga montra que anuncia ou deixa adivinhar, pelos presuntos suspensos do tecto, que os sabores são tradicionais e recomendam um regresso. Pelo meio, a rapariga da loja e o blogger fotógrafo estabelecem contactos de ocasião, em palavras breves, mas sorridentes, e disparos dirigidos, à procura das imagens pretendidas. É assim, a cidade. O inesperado cruza-se num aparente sentido, cujo sentido não parece existir. Porque nunca é programado. Simplesmente acontece. A cidade acontece. Nos seus espaços e com as suas gentes. Com calor, porque não.




quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Som do dia...

...a pensar no mar e com saudades do Rio.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

De volta à VIDA

De volta à vida, porque, a Sul, resgatei metade da alma que todos os anos deixo por terras vicentinas. Porque "metade da minha alma é feita de maresia"* e a outra metade se reencontra no tempo que passa devagar. A Sul.  Nas tardes que morrem sem pressa, entregues à dolência que alimento como se sem ela não houvesse vida. Nas noites que se alimentam do silêncio que apenas ao marulhar da ondulação é permitido interromper. Nas estrelas que fazem brilhar a escuridão em que o mais profundo mergulho parece a mais apropriada decisão. Na praia e no seu ritmo lento. Na areia fina e extensa que prolonga a maré baixa. Nos poros que se enchem de sal. Na transparência atlântica que as quilhas separam como se só assim o sentido do mar fosse encontrado. Na brisa que se anuncia na pele como quem se faz notar sem distrair. Nas cores e nos tons dos momentos que se mostram como se a suspensão tempo fosse o único modo de lhes fazer justiça. Na visão que se perde no infinito com a certeza de que o mar é largo.Nos gestos e modos simples a que a informalidade dá morada. Na temperatura fresca de copos temperados por apetecíveis aromas vínicos. No convívio à volta do carvão em que o peixe ganha sabor. No terraço que se entrega à profundidade do horizonte. Na familiaridade encontrada em cada gesto, sorriso, esquina ou lugar.  No conforto de saber que para lá desta terra há uma outra terra a que a justiça do mundo quis chamar Alentejo para que a sua beleza separasse do mundo e da rotina.
Porque há a certeza de sempre voltar. Porque metade da minha alma fica sempre presa ao Sul. A desejar um regresso anual. Na calma que ali é esperada. Sempre esperada. A Sul.

*Sophia de Mello Breyner